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José Luiz Tejon

Eldorado/Estadão - “Comigo é paz”, afirma Antônio Júlio, novo secretário de Agricultura de São Paulo

Publicado em 11/01/2023

TCA
Tejon com o novo secretário de Agricultura do Estado de São Paulo, Antônio Júlio Junqueira de Queiroz

Após a invasão da Praça dos 3 Poderes, em Brasília, recebemos centenas de manifestos de entidades do sistema do agronegócio repudiando os atos de 8 de janeiro último, com a preocupação na imagem do setor, pedindo que não ocorra uma generalização dos atos de vandalismo associados a agropecuária.

Na posse do novo secretário Antônio Júlio Junqueira de Queiroz, da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Estado de São Paulo, na última terça-feira (10), em entrevista para o Agroconsciente afirmou: “como afirma Roberto Rodrigues: aqui, comigo é paz”.

O novo secretário salientou um desenvolvimento com conectividade, seguro rural, cooperativismo com novo plano de microbacias. Acrescentou ainda que o CAR – Cadastro Ambiental Rural está praticamente pronto no estado, faltando agora o aceite dos produtores e que irá buscar recursos para pagar por serviços ambientais de preservação.

Sobre o ITAL, Instituto de Tecnologia de Alimentos, o secretário Antônio Júlio elogiou muito falando da importância da pesquisa e dando como exemplo um caso de sucesso, dentre muitos, mencionando a Cacau Show, hoje a maior franquia de chocolates do mundo, que contou com conhecimentos do instituto localizado na cidade de Campinas.

Que venha a paz, a prosperidade e o crescimento do sistema do agronegócio paulista e do país, pois produtoras e produtores rurais trabalham sob incertezas e riscos, produzem alimento, energia e proteção ambiental, ao lado de todo um sistema do antes e pós-porteira das fazendas, um sistema agroindustrial. Comida é saúde, é paz. Desejamos sucesso ao novo secretário Antônio Júlio que vem de uma excelente experiência em cooperativismo de crédito também.

Ouça a entrevista abaixo: 👇

José Luiz Tejon para a Eldorado/Estadão.

 

 

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Serenidade, diálogo e ações são os ângulos explicitados no manifesto que pede as autoridades públicas o apaziguamento das hostilidades. No documento está acentuado que as “hostilidades geram incertezas e graves problemas econômicos. Dissipar incertezas quanto à nossa capacidade de conduzirmos o presente, resgatando expectativas quanto ao nosso futuro”.
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