CABEÇA
DE LÍDER

José Luiz Tejon

Eldorado/Estadão - Roberto Waack, direto da COP26, comenta as quatro frentes para reduzir o efeito estufa e as mudanças climáticas

Publicado em 12/11/2021

Divulgação
Roberto Waack, conselheiro de Administração da Marfrig

José Luiz Tejon entrevista nesta sexta-feira, Roberto Waack, líder de movimentos de sustentabilidade e meio ambiente e atual membro do Conselho de Administração da Marfrig, uma das líderes do mundo da carne, que está na COP26 representando a concertação pela Amazônia. Ele fala com o Jornal Eldorado, na Coluna Agroconsciente, diretamente de Glasgow, sobre as quatro frentes de debate: concentração da produção de energia no carvão, declaração de florestas, inclusão dos povos indígenas no tema de mudanças climáticas e a questão que envolve o uso do metano na produção da pecuária para reduzir as emissões de gases do efeito estufa.

 

Ouça a entrevista abaixo com Carolina Ercolin e Tejon no Jornal Eldorado!

 

 

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Amazônia, Amazonas, essa é a marca, esse é nome hoje de maior impacto quando falamos de Brasil. Este nome, esta marca, Amazônia significa a grande porta de entrada ou de abertura de aspectos importantíssimos a serem resolvidos. Um deles é a compreensão entre Amazônia Legal, que é maior do que o estado do Amazonas, compreende estados ali próximos dentro dessa configuração que, inclusive, existem biomas diferentes, o próprio Cerrado ali presente também. Então uma distinção entre Amazônia Legal e o bioma amazônico.
Estados Unidos da América (USA) existem para serem EUA. Essa a sua essência. O maior poder do mundo no domínio das percepções humanas num legítimo USA Dream Power de Hollywood até a garrafa da saia rodada da coca cola. Marketing ultrapassando limites dos ignorantes cuja concepção nunca foi “atender consumidores” e, sim, criá-los onde não existia 1. Mc. Wal. Ford. Disney. Las Vegas. Jazz. Lua. Projeto Manhatan. Country. Rock. 🎸 Guitars. Apple. Amazon. Google. Musk “above all super USA heroes”. Estados Unidos de Harvard onde foi concebido o conceito de “agribusiness”, em 1955, até hoje não entendido no resto do mundo que soma US$ 4 tri nos USA + US$ 16 tri outside USA e que no Brasil significa US$ 500 bi. Only 2.5% of the world.
Líderes do agronegócio sabem muito bem que a palavra agronegócio tradução de “agribusiness” significa um sistema gigantesco que reúne todos os fatores desde a ponta da ciência até a percepção do consumidor final. São centenas de cadeias produtivas que impactam direta e indiretamente pelo menos metade do PIB do país.
Marco importantíssimo de legítima ação de agrocidadania. Agricitizenship como o criador do agribusiness Dr. Ray Goldberg, em Harvard, tanto pede hoje aos líderes mundiais do setor. E aqui no Brasil podemos elogiar um marco excelente neste sentido num evento realizado na COSAN, a ONG Gerando Falcões apresentou a grandes empresários do agro seu fundo dignidade que objetiva levar 1 milhão de pessoas para a dignidade da vida nos próximos 10 anos.
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