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José Luiz Tejon

Eldorado/Estadão - Fábio Feldmann fala no Agroconsciente como a polarização política atrapalha o agronegócio

Publicado em 03/12/2021

Divulgação
Fábio Feldmann

Após um resultado extremamente negativo do PIB brasileiro, sendo o clima o grande vilão das perdas no agronegócio, eu, Haisem Abaki e Carolina Ercolin entrevistamos Fábio Feldmann, um dos maiores especialistas em meio ambiente, o primeiro presidente da SOS Mata Atlântica e articulador da campanha de despoluição do rio Tietê.

Em sua entrevista para o Jornal da Eldorado, ele enfatiza como a polarização política inibe o debate, explicando que os polos extremos ficam confinados nas suas posições e dificilmente se estabele uma agenda comum para o Brasil. Ele fala também da importância do setor empresarial fazer sua parte e adotar práticas desejáveis e o ESG e de que a sociedade precisa cobrar dos políticos nas próximos eleições programas de governo sustentáveis e que tenham ações eficazes para o respeito e à melhoria do meio ambiente.

Ouça a entrevista completa no podcat abaixo.

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Cosag é o Conselho Superior do Agronegócio, da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), presidido por Jacyr Costa Filho, com vasta experiência no agronegócio, tendo dirigido como CEO organizações com relações mundiais como a Tereos Açúcar e Energia do Brasil, 2ª maior produtora mundial de açúcar e a 3ª do Brasil.
I’m reaching out from France, where we’re currently attending seminars on Food Agribusiness Management. This program includes a segment focused on Brasil and other nations along the Tropical Belt.
A revista The Economist publicou na semana passada (26) uma matéria afirmando: “com o petróleo em alta e uma crise energética global em curso devido a guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã, o Brasil conta com uma vantagem estratégica: os biocombustíveis”. A revista britânica enfatiza que “o Brasil tem uma arma secreta contra choques de petróleo e os biocombustíveis vão ajudar o país a enfrentar efeitos do conflito no Oriente Médio”.
One day I spoke with the late King Pelé and told him that Brazil needed to produce much more food. "We're importing food, Pelé! I work for a corn seed company, and if Brazilian farmers could achieve the same level of excellence in corn production that our Soccer champions display on the field, we could double the country's corn productivity." I told him. It was 1982, and Pelé accepted the challenge.
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