CABEÇA
DE LÍDER

José Luiz Tejon

Eldorado/Estadão - Independência com paz e amor. Expoflora viva as flores!

Publicado em 07/09/2022

Expoflora - Holambra 2022

Pra não dizer que não falamos das flores e plantas ornamentais, melhor símbolo para celebrar 200 anos de Independência. Com paz e amor e pétalas de flores dos imigrantes holandeses que criaram Holambra em 1948.

Quase 15 bilhões de reais o movimento desse setor no país. E um trabalho excelente do IBRAFLOR - Instituto Brasileiro da Flor com o CEPEA da ESALQ/USP, que mediram a participação dessa cadeia produtiva identificando o quanto o setor de flores e plantas irriga a economia, gera empregos e empreendedorismo, desde os agricultores das flores e plantas até as floriculturas, jardineiros e paisagistas, 45% da cadeia de valor está nos agrosservicos, 31% no comércio pós porteira dos produtores rurais, e 23% no dentro das porteiras das propriedades produtoras. E isso tem origem na Holambra, na cidade de Holambra no interior de São Paulo, simplesmente a 4a maior cooperativas de flores do mundo.

Vamos ouvir o Jorge Possato, diretor executivo da Holambra convidando a todos nós para a Expoflora, uma feira de flores e plantas espetacular em Holambra, são 4 finais de semana, começando neste próximo de sexta até domingo.

Após 2 anos uma grande festa na cidade - Expoflora capital das flores, 300 mil pessoas devem vir ao evento.

E num dia, da Independência, onde devemos reverenciar a paz, a sensatez e a harmonia humana, nada como falar das flores.

É um agronegócio extraordinário, que além de irrigar a cidade com empreendedorismo, cooperativismo e empregos, significa saúde mental.

Vamos visitar a Expoflora, até dia 25 de setembro todos os finais de semana na cidade Holambra, pertinho de São Paulo, há apenas cerca de 130 km, a cidade mais europeia do estado.

Parabéns Holambra, Expoflora. Com paz e amor os negócios florescem mais e melhor.

José Luiz Tejon para a Eldorado/Estadão.

 

 

Também pode interessar

Estou em Cuiabá, no Fórum Internacional da Agropecuária, e conversei com Tirso Meirelles que é o presidente da Federação da Agricultura do Estado de São Paulo (FAESP), participando de um encontro com líderes do mundo inteiro. Perguntei a ele sobre o evento que antecede o G20 Agro com todos os ministros da agricultura dos países desenvolvidos e qual seria a mensagem para os dirigentes do Brasil.
Enquanto aqui na França ao lado de uma juventude internacional no FAM Food & Agribusiness Management, mestrado com diplomação dupla europeia e brasileira, aprendemos sobre as oportunidades existentes nos diversos continentes do planeta, aparece na mídia as invasões de três áreas de cultivo de eucaliptos da Suzano Papel e Celulose na Bahia.
“A gente não quer só comida, a gente quer comida, diversão e arte”, assim cantam os Titãs na música “Comida” e a China agora além da comida quer meio ambiente.
O agronegócio sempre foi feito de ciclos de altas e baixas dos preços das commodities, bem como do custo dos insumos. Além de todas as incertezas climáticas, geopolíticas, e os fatores incontroláveis que de fato transformam a agropecuária num negócio de alto risco.
© 2026 José Luiz Tejon Megido. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por RMSite