CABEÇA
DE LÍDER

José Luiz Tejon

Eldorado/Estadão - “O Rio Grande do Sul precisa de um plano Marshall”, afirma Marcelo Pimenta Head Agro da Serasa Experian.

Publicado em 24/05/2024

Divulgação
Marcelo Pimenta, Head de Agronegócio da Serasa Experian

Entrevistei Marcelo Pimenta, Head de Agronegócio da Serasa Experian, sobre o agrocrédito no evento Agro Evolution na última quarta-feira (22) em São Paulo . Serasa Agro está finalizando um estudo especial da situação gaúcha, muito complexa, e oferecerá esse estudo gratuitamente à sociedade.

Ouça a entrevista completa abaixo.

José Luiz Tejon para a Eldorado/Estadão.

Também pode interessar

Conversei com o deputado Arnaldo Jardim, VP da Frente Parlamentar da Agricultura (FPA), que foi relator de uma lei que cria debêntures para infraestrutura, aspecto fundamental para a logística do agro.
Hoje apresento o resultado de uma pesquisa que foi feita na Europa, de percepção do agro, do que os consumidores estão querendo e no que esse estudo pode ajudar o Brasil. A pesquisa revela a tendência do consumidor europeu e essa tendência está fundamentada em duas bases: uma é preço, em função da base da pirâmide que sempre tem o fator preço e busca de preço e um outro tema importante e interessante que é riscos.
Ouvi diversos especialistas e há um entendimento que foi o melhor que pode ser feito. Elogios associando a agricultura com sustentabilidade e dúvidas de como será possível averiguar as ações dos produtores no quesito ambiental e sustentável onde há um prêmio no crédito. Dos especialistas com quem conversei, deram nota 8. Uma boa sugestão foi a de que não deveríamos separar o plano safra “empresarial” versus o “familiar”. Concordo, isso alimenta o inconsciente coletivo de que são coisas diferentes e que não fazem parte do sistema único do agronegócio.
O encontro de Trump com Lula revelou que a maior economia planetária, os Estados Unidos, com um PIB na casa de US$ 30 trilhões é totalmente movimentada por multinacionais que dependem de mercados multilaterais, tanto para suas cadeias de suprimentos, como fica evidente em produtos como café, citros, açúcar, cacau, e também nos produtos além dos tropicais, nas carnes, proteínas animais, ovos, frutas, couro, feijão, arroz, etc. do A do abacate ao Z do zebu, não apenas para abastecer seu mercado interno, onde os tarifaços demonstraram crescimento de preços ao consumidor americano, porém para suas cadeias de suprimentos onde a indústria americana, o comércio e os serviços agregam valor para vender para os mercados mundiais.
© 2026 José Luiz Tejon Megido. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por RMSite