CABEÇA
DE LÍDER

José Luiz Tejon

MWM, Auma e Biovirtus, 3 elos viabilizadores para o biogás

Publicado em 11/05/2021

MWM
Tejon e MWM

O agro faz sucesso e precisa fazer muito mais sucesso numa reunião de 3 peças sagradas daqui para frente. Logística reversa, os resíduos sólidos se transformarem de problema em solução e a autonomia da energia elétrica, que tem ainda como subproduto a biofertilização. E as fazendas serem certificadas como agroambientais com acesso a qualquer mercado mundial. Os resíduos sólidos, animais mortos nas fazendas, os restos, estercos, em grande síntese o lixo pode e deve ser transformado em riqueza.

Dentro do Plano ABC, agricultura de baixo carbono, o tema do biogás está presente e objetivos e indicadores estão sendo estudados pelo Ministério da Agricultura para serem apresentados a partir do segundo semestre deste ano. Utilizamos praticamente nada do potencial do biogás do país. E dentro das propriedades rurais, além da lucratividade que permite com a autogeração de energia elétrica acoplando biodigestores a geradores, vamos colher benefícios quando tratarmos de certificações ambientais, objetivando acesso aos mercados mais exigentes internacionais.

Com a inteligência do biogás, iremos atuar ainda na segurança da saúde da propriedade rural, evitando a potencial disseminação de enfermidades com animais mortos e demais resíduos potenciais formadores de ambientes que permitam a proliferação de infecções. A Maria Antonieta Guazelli, da Pecuária Rex, dirigente do NFA - Núcleo Feminino do Agronegócio, me disse que a energia elétrica é o 3º custo na pecuária do leite e quase ninguém ainda usa o biogás. Ela estará conosco no próximo dia 25 de maio, no encontro do Núcleo Feminino do Agronegócio tratando exatamente deste tema, que tem tudo para ser um dos maiores sucessos do agro.

A transformação de problemas como resíduos sólidos, estercos e o lixo das propriedades em lucro com energia elétrica segura e barata, além de biofertilizantes de alta performance, e procedimentos que colocam essas produtoras e produtores na categoria ESG, meio ambiente, responsabilidade social e governança.

Conversei com Cristian Malevic, diretor da MWM Geradores, que produz no Brasil equipamentos geradores de todos os portes e também movidos a diesel, biodiesel e biogás, que está engajado no programa de levar autonomia de eletricidade para o campo, e estará participando neste encontro de 25 de maio com o NFA.

Outro ingrediente importantíssimo para o êxito dos biodigestores está numa tecnologia disruptiva de bactérias que asseguram a melhoria da performance dos biodigestores em cerca de 30%, quando não, asseguram a sua eficiência, aumentando os fatores controláveis das bactérias que produzem gás dentro do biodigestor. Se trata da BioVirtus, soluções biológicas, onde Tânia Mara Zem, sua diretora executiva me disse que “essa tecnologia disruptiva Microbe-lift é um conjunto de bactérias benéficas isoladas controladas e testadas que podem contribuir para todo processo produtivo da biodigestão nos reatores e garantir maior produção de gás”. Dessa forma já incorporamos aos programas de biogás, além de geradores MWM, com mais de 60% de sua industrialização nacionalizada, as bactérias desenvolvidas pela Ecológical Lab dos Estados Unidos distribuído no Brasil pela Biovirtus.

E esse sucesso se completa com uma perfeita elaboração da engenharia de construção de biodigestores em nível avançado de planejamento e execução como André Holzhacker, diretor da Auma, de Patos de Minas, representa e que também estará conosco nesta proposta de sucesso com o Núcleo Feminino do Agronegócio no próximo dia 25 de maio ao lado de Maria Antonieta Guazelli, uma líder protagonista do agronegócio do Brasil.

Energia no campo com autonomia, logística reversa administrada com resíduos sólidos gerenciados, fazendas ESG - ambientais, sociais e com governança e tudo isso significando ainda muito mais lucro e com saúde para todos. Biogás, por que usar no país apenas 2% desse potencial? Temos engenharia, insumos e geradores. Bota pra funcionar, 25/5 NFA, das 9h até 11h.

José Luiz Tejon.

Também pode interessar

Com a escalada de zonas de influências e o acirramento dos conflitos o agro brasileiro, que se tornou um gigante do lado de dentro das porteiras, com impactos efetivos na segurança alimentar dos blocos China asiático, Índia, Rússia, leste europeu, Oriente Médio, Europa e continente latino americano, temos pés frágeis fora da porteira das fazendas, por exemplo, na estrutura logística, cara e não competitiva, e também na importação de fertilizantes.
“With Manah fertilizer, it works!” This memorable phrase, coined by the late Dr. Fernando Penteado Cardoso late founder of Manah, a legendary giant corporation in Brazil’s fertilizer sector , reflects his lifelong conviction.
Roberto Perosa, secretário de Comércio e Relações Internacionais do MAPA, apresentou o plano de recuperação de 40 milhões de hectares de pastagens degradadas no Conselho Superior do Agronegócio (Cosag) nesta semana em São Paulo. Tema que temos colocado nesta coluna como estratégico e de alto impacto para a economia brasileira e para a imagem do agro brasileiro no mundo.
E a música do dia é o carro do ovo do Zeca Pagodinho. A galinha chorou, chorou de felicidade. Chegou o carro do ovo para fortalecer nossa comunidade. Mas o carro do ovo, do frango, do suíno estão em grave risco dos custos estratosféricos de produção.
© 2026 José Luiz Tejon Megido. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por RMSite