CABEÇA
DE LÍDER

José Luiz Tejon

22º Congresso Brasileiro de Agronegócio no próximo dia 7 de agosto

Publicado em 04/08/2023

Conversei com a Gislaine Balbinot, diretor executiva da Associação Brasileira de Agronegócio (ABAG) que nos fala sobre as novidades da 22ª edição do Congresso Brasileiro de Agronegócio.

“Na próxima segunda-feira, no dia 7, teremos o nosso Congresso Brasileiro do Agronegócio, na 22ª edição, um evento que é um marco para as cadeias produtivas, para o setor do agronegócio. Esse ano discutindo dois assuntos importantes que é a inovação e a governança. O agro brasileiro vem apresentando recordes todo ano, mas nós teremos ainda grandes desafios pela frente e, com certeza, a inovação será um dos pilares para que nós possamos continuar crescendo, tendo competitividade e fazendo com que o agronegócio continue sendo esse importante setor para a economia brasileira. Bem como a governança como um fator importante de união entre o poder público e o privado e isso vai fazer toda a diferença na nossa competitividade como país, exportando para mais de 200 países e possivelmente abrindo novos mercados para a exportação dos nossos produtos, tanto alimentos, fibras e energia. Essa é a nossa aposta para os próximos anos, são dois temas importantes, que devem estar na agenda das nossas lideranças, dos nossos executivos. Estamos esperando um público de cerca de 800 pessoas no presencial e, como no ano passado, mais de 6 mil pessoas assistindo o congresso on-line. As inscrições já para o presencial já se encerraram, mas ainda é possível fazer as inscrições pelo site em congressoabag.com.br e assistir, então, on-line. Esperamos justamente que essa informação se propague porque é um debate extremamente relevante com a presença de autoridades na abertura, e importantes steakholders que vão discutir os temas relevantes do agro em quatro grandes painéis. Na parte da manhã nós estaremos falando sobre as cadeias produtivas e inovação, o segundo painel vai tratar de inovação em mercados e na parte da tarde vamos falar sobre governança, perpectivas e geopolítica e governança. Esses são os quatro grandes painéis, além de termos duas homenagens especiais”.

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Conversei com Sônia Chapman, uma das maiores especialistas de sustentabilidade no país. Ela é também diretora executiva da Rede Empresarial de Avaliação de Ciclo de Vida - Rede ACV. Esse sistema significa avaliação do berço ao berço. Quer dizer, na natureza nada se perde tudo se transforma. Para o bem ou para o mal irá depender da competência da gestão humana, todos juntos.
O empresário Jorge Gerdau Johannpeter, preside do Movimento Brasil Competitivo, em uma entrevista ao Jornal O Estado de S. Paulo (19/5 – página B12) afirmou: “No Brasil ninguém tem condição de resolver os problemas sem a mobilização de todas as frentes. O envolvimento do empresariado no país é insuficiente para ajudar na solução dos problemas macropolíticos. Deveríamos crescer 4% ou 5% ao ano. Está faltando debate aberto, e debater soluções não é se é esquerda ou direita”.
Entrevistei Paulo Rabello de Castro que foi presidente do IBGE, considerado o economista do ano e um conhecedor profundo do agronegócio,  que comenta de forma positiva a reforma tributária para o agro, e diz que há muita coisa para ser feita ainda após o texto ser aprovado ainda pelo Senado.
Marcelo Luders, presidente do Instituto Brasileiro de Feijão e Pulses (Ibrafe), traz da Argentina uma notícia preocupante, onde a Câmara de Legumes Argentina registrou que esta safra tem as maiores perdas de 10 anos. Falta de chuvas com várias geadas consecutivas, e adicionam “podemos ter certeza de que a colheita resultará num fracasso completo”.
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