CABEÇA
DE LÍDER

José Luiz Tejon

AGROCONSCIENTE - Plano estratégico público privado para o agro e o Estado brasileiro

Publicado em 25/05/2026

Divulgação
Honrar o que está escrito na bandeira brasileira: ordem e progresso.

“Não esperar mais de Governos”, assim tenho registrado e gravado comigo a palavra de um líder excepcional do agro nacional, Alysson Paolinelli. A sociedade civil organizada precisa estar reunida para a orquestração de um planejamento estratégico que aponte para metas sustentáveis de crescimento do PIB, e no caso do complexo do agronegócio, minimamente dobrar de tamanho nos próximos 12 anos, com uma perspectiva de na soma das suas cadeias produtivas gerarmos mais de US$ 1 trilhão.

Para que isso se viabilize, precisamos contar com uma ação conjugada, orquestrada das confederações nacionais empresariais. Cabe a classe empresarial fazer acontecer, e quando falamos em agronegócio obrigatoriamente precisamos reunir todos os seus setores desde o antes das porteiras das fazendas, com a ciência, tecnologia e todos os insumos, mecanização, serviços financeiros e de informação, cruzando pelos campos com produtoras e produtores rurais de todos os portes em todas as áreas desde o “a” do abacate até o “z” do zebu, e seguindo pelo pós-porteira com estruturas de armazenagem, logística, agroindustrialização, comércio, serviços e isto tudo precisa de orquestração de uma maestria que reúna esses elos, gere contratos entre as partes e tenha objetivos claros de vendas e de negócios a serem impulsionadas internamente no país e com acordos internacionais.

As confederações do comércio, serviços e turismo, da indústria, da agropecuária, do cooperativismo, do sistema financeiro, seguros, saúde. A confederação das associações comerciais empresariais do Brasil, que congrega federações, associações, empresários, ou seja, para um plano de estado com metas fortes de crescimento, com orçamento conjugando o setor público e privado, não faremos apenas com discursos, com linhas ideológicas políticas, faremos numa efetiva congregação, organização de governo com empreendedores, um plano estratégico público privado do estado brasileiro.

Dessa forma teremos segurança para a produção no campo a mais frágil e insegura dentre todos os elos das cadeias produtivas e vamos colocar ordem e priorização no que precisa ser feito e prometido há muito tempo, como política nacional de fertilizantes, seguro rural, logística, crédito viável para o risco rural, cooperativismo em todas as regiões do Brasil integrando mais de 4 milhões de famílias agrícolas, agroturismo, agroindústria, investimentos fortes em ciência e tecnologia aplicada a cada bioma nacional. Aliás, estaríamos honrando o que está escrito na bandeira brasileira: ordem e progresso.

Seria a única fórmula para também protegermos a imagem do Brasil, a marca Brasil e o combate total a ilegalidade que prejudica o nosso agro legal. Governo e sociedade civil juntos, mas sem ficar esperando por governos, não esquecendo Alysson Paolinelli.

Plano estratégico público privado para o agro e o estado brasileiro.

Que tal fazermos 40 anos em 4 num próximo governo de estado verdadeiro? Juscelino Kubitscheck 50 anos em 5? Só para nos inspirar.

José Luiz Tejon para o AGROCONSCIENTE!

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