CABEÇA
DE LÍDER

José Luiz Tejon

Eldorado/Estadão - Agroarrogância não serve e não representa o verdadeiro agro!

Publicado em 08/10/2021

Agroarrogância

Agroarrogância só rima com ignorância. O Brasil precisa de comércio e elegância. Precisamos de prosperidade e abundância! Ouçam o podcast de hoje!

 

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Mudanças climáticas, enchentes, incêndios, secas, insegurança alimentar, energética e ambiental no mundo. O departamento de agricultura dos Estados Unidos na semana passada em seu relatório diminuiu a expectativa das safras americanas por exemplo. Então a COP30 será no Brasil, na Amazônia, Belém do Pará, e precisamos de uma coordenação e minimamente uma só voz da ciência brasileira ao lado da iniciativa privada do país.
Estou em Goiás num dia de campo na Fazenda Santa Fé de Goiás, com o diretor Pedro Merola, um confinamento por onde já passou mais de 1 milhão de bois. E ele fala de como será o futuro da pecuária!
“Nada na vida é para ser temido, apenas compreendido. Agora é a hora de compreender mais, para temer menos”, Marie Curie. Estamos em um instante agressivo de polarizações mundiais, opostos radicais vociferando uns contra os outros e, pronto, aí temos Trump, Putin, Xi, só para mencionarmos três macro líderes com gigantescos impactos globais, e todos eles com poderosas armas atômicas, o que nos fez trazer a cientista Marie Curie, física e química polonesa, naturalizada francesa que, em 1903, ganhou o Nobel da Física e, em 1911, o Nobel da Química. Ela foi a primeira mulher a se tornar professora na universidade de Paris, tudo isso pelos seus estudos e descoberta da radioatividade.
A maior agricultura do mundo, com o maior nível de suporte e subsídios, a norte-americana, está pedindo “Help” ao presidente dos Estados Unidos. Uma carta formal da entidade dos sojicultores American Soybean Association (ASA), o maior concorrente do Brasil tem em parte do seu texto um tom de súplica: “senhor presidente, o senhor tem apoiado fortemente os agricultores e os agricultores tem apoiado fortemente o senhor. Precisamos da sua ajuda. Nesse pedido a ASA afirma: “os produtores de soja estão sob extrema pressão financeira. Os preços continuam caindo e, ao mesmo tempo, nossos agricultores estão pagando significativamente mais por insumos e equipamentos”. O presidente da entidade norte-americana, Caleb Ragland, continua: “os produtores de soja dos EUA não podem sobreviver a uma disputa comercial prolongada com nosso maior cliente”. Os norte-americanos falam de um “precipício comercial e financeiro”.
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