CABEÇA
DE LÍDER

José Luiz Tejon

Eldorado/Estadão - Agroarrogância não serve e não representa o verdadeiro agro!

Publicado em 08/10/2021

Agroarrogância

Agroarrogância só rima com ignorância. O Brasil precisa de comércio e elegância. Precisamos de prosperidade e abundância! Ouçam o podcast de hoje!

 

Também pode interessar

Ouvi diversos especialistas e há um entendimento que foi o melhor que pode ser feito. Elogios associando a agricultura com sustentabilidade e dúvidas de como será possível averiguar as ações dos produtores no quesito ambiental e sustentável onde há um prêmio no crédito. Dos especialistas com quem conversei, deram nota 8. Uma boa sugestão foi a de que não deveríamos separar o plano safra “empresarial” versus o “familiar”. Concordo, isso alimenta o inconsciente coletivo de que são coisas diferentes e que não fazem parte do sistema único do agronegócio.
Falo de Paris, do Salão Internacional de Agricultura, um evento gigantesco com cerca de 1 milhão de seres humanos passando por aqui, com sete pavilhões imensos, reunindo desde o futuro da ciência, da genética aos mais elevados níveis gastronômicos, de sabor e de saúde alimentar com grande preocupação energética mas tudo sob uma embalagem única que reúne tudo aqui.
Conversei com a Marisete Belloli, gerente de Safras e Informações Agropecuárias da Conab do Estado de São Paulo com relação aos números da Safra 2025/26 e a informação que ela me deu é que nós teremos uma safra que continuará grande. O primeiro levantamento da Conab divulgado mês passado apontava 357,7 milhões de toneladas de grãos e a recente, publicada ontem (13), aponta um número de 354,8 milhões de toneladas de grãos, ou seja, praticamente batendo com a mesma previsão anterior, ou seja, continua estável em uma safra dentro do histórico brasileiro, uma safra grande mas que novamente, nós continuamos sempre pedindo muito um planejamento estratégico porque poderíamos ter uma maior tranquilidade no abastecimento e também nas ações internacionais.
No Estadão deste domingo (dia 30 – Pág. B7) celebrando 30 anos do Plano Real, Edmar Bacha concluiu: “o que a gente não conseguiu foi colocar essa economia numa trajetória de crescimento sustentado. O Brasil tem patinado. Eu acho que o Brasil continua a ter um problema de crescimento”, um dos artífices do Plano Real.
© 2026 José Luiz Tejon Megido. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por RMSite