CABEÇA
DE LÍDER

José Luiz Tejon

Eldorado/Estadão - Agroarrogância não serve e não representa o verdadeiro agro!

Publicado em 08/10/2021

Agroarrogância

Agroarrogância só rima com ignorância. O Brasil precisa de comércio e elegância. Precisamos de prosperidade e abundância! Ouçam o podcast de hoje!

 

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O Brasil tem uma exportação na casa de US$ 3 bilhões em vendas para o Irã, que hoje é o principal destino do milho brasileiro. Oriente Médio é um importantíssimo mercado para o Brasil e o Irã está na 5ª posição atrás dos Emirados Árabes Unidos, Egito,Turquia e Arábia Saudita. Milho e soja mais de 87% e fazemos importações não grandes do Irã, mas fundamentalmente de fertilizantes, lembrando a dependência quase que total ainda deste insumo de importações.
Conversando com líderes no estado do Paraná, observei por exemplo a diminuição do preço da saca do milho. Era antes da crise cerca de R$ 30 uma saca de 60 kg. Chegou a R$ 90 e agora baixou para cerca de R$ 75 e ouvi de lideranças como a de José Aroldo Gallassini, presidente do Conselho da Coamo, a maior cooperativa do país: “agricultor as vezes termina vendendo na baixa, por esperar preços impossíveis e tem prejuízo”.
Com a escalada de zonas de influências e o acirramento dos conflitos o agro brasileiro, que se tornou um gigante do lado de dentro das porteiras, com impactos efetivos na segurança alimentar dos blocos China asiático, Índia, Rússia, leste europeu, Oriente Médio, Europa e continente latino americano, temos pés frágeis fora da porteira das fazendas, por exemplo, na estrutura logística, cara e não competitiva, e também na importação de fertilizantes.
Treze setores, 13 entidades representativas, bons exemplos que nos inspiram para uma sinfonia agro brasileira , se tocarmos juntos: uma maestria. Vamos dar uma passada pelas entidades que reúnem esse alfabeto do A do abacate ao Z do zebu e tirar conclusões sobre 2025 e expectativas futuras
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