CABEÇA
DE LÍDER

José Luiz Tejon

Eldorado/Estadão - Agroarrogância não serve e não representa o verdadeiro agro!

Publicado em 08/10/2021

Agroarrogância

Agroarrogância só rima com ignorância. O Brasil precisa de comércio e elegância. Precisamos de prosperidade e abundância! Ouçam o podcast de hoje!

 

Também pode interessar

O mundo pede mais produção e alimentos saudáveis. 150 milhões de toneladas de soja, vamos lá Brasil, fizemos 136 na safra 2020/21. Milho, 150 milhões de toneladas de grãos, por que não? Faremos cerca de 90 milhões de toneladas nesta safra. Incorporar 10 ou 15 milhões de hectares de áreas boas com pastagem degradada sem cortar uma só árvore.
Pra variar observamos erros de lógica quando entramos no assunto da palavra agronegócio. Temos enfatizado aqui no Agroconsciente que a tradução de “agribusiness” dos professores Ray Goldberg e John Davis, da Universidade de Harvard na década de 50, não é tão simples quanto negócios da agropecuária. É muito mais do que isso. Significa todos os negócios, com ou sem fins lucrativos, desenvolvidos a partir do que é plantado, criado nos campos e nas águas (não esquecer do pescado), incluindo indústria, comércio, serviços, ciência, tecnologia.
Derek Nelson foi editor do “Naval Safety Center Publications” e dentre muitos artigos e livros tem dois geniais: The posters that won the war; e The ads that won the war. Ou seja, a propaganda que ganhou a 2ª guerra mundial. E por que vale revisitar e estudar este tema? Pelo simples fato de estarmos mergulhados numa guerra, hoje, onde a propaganda tem importância fundamental na ampliação dos sofrimentos ou no encurtamento desses tempos sofridos.
Nesta segunda-feira (1º de agosto), no Sheraton WTC em São Paulo, acontece o 21º Congresso Brasileiro do Agronegócio da Associação Brasileira de Agronegócio (Abag) e B3
© 2026 José Luiz Tejon Megido. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por RMSite