CABEÇA
DE LÍDER

José Luiz Tejon

Eldorado/Estadão - Agroarrogância não serve e não representa o verdadeiro agro!

Publicado em 08/10/2021

Agroarrogância

Agroarrogância só rima com ignorância. O Brasil precisa de comércio e elegância. Precisamos de prosperidade e abundância! Ouçam o podcast de hoje!

 

Também pode interessar

Conversando com líderes no estado do Paraná, observei por exemplo a diminuição do preço da saca do milho. Era antes da crise cerca de R$ 30 uma saca de 60 kg. Chegou a R$ 90 e agora baixou para cerca de R$ 75 e ouvi de lideranças como a de José Aroldo Gallassini, presidente do Conselho da Coamo, a maior cooperativa do país: “agricultor as vezes termina vendendo na baixa, por esperar preços impossíveis e tem prejuízo”.
João Marchesan também vice-presidente da Agrishow mostrou o balanço da feira encerrada semana passada atingindo número de propostas e de negócios superior a R$ 11 bilhões, superando em mais de 350% o movimento da última Agrishow de 2019, que foi de R$ 3 bilhões.
Dentro do tema nosso carbono é verde recebendo o prêmio Ney Bittencourt de Araújo, a ministra Tereza Cristina se emociona ao relembrar seu pai estudando em Viçosa com Antônio Secundino de São José, fundador da Agroceres e pai do Ney Bittencourt de Araújo, afirmando a importância do conhecimento brasileiro não apenas para o país mas para todo cinturão tropical do planeta. E enfatizou que o Brasil é uma potência agrossustentável.
Caso carne para o cliente chinês. Diplomacia de resultado é fundamental, doravante, como afirma o ex-ministro Roberto Rodrigues, “a estratégia de transação precisa mudar para parceria”. A ministra Tereza Cristina tem se revelado uma diplomata. Busca fazer o comércio ao invés de participar das guerras ideológicas ou das raivas insanas que elos do agronegócio estimulam entre si, ou mesmo uma mania de falar mal de clientes.
© 2026 José Luiz Tejon Megido. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por RMSite