CABEÇA
DE LÍDER

José Luiz Tejon

Eldorado/Estadão - Agroarrogância não serve e não representa o verdadeiro agro!

Publicado em 08/10/2021

Agroarrogância

Agroarrogância só rima com ignorância. O Brasil precisa de comércio e elegância. Precisamos de prosperidade e abundância! Ouçam o podcast de hoje!

 

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Existem pessoas que vivem suas existências com a profunda convicção de serem os “credores” do universo. O mundo está em permanente dívida com eles. Desde os pais, as suas casas da infância, na escola, nas profissões. Os amigos estão sempre em dívida, a família também. Os colegas de trabalho devem, as empresas onde trabalham são da mesma forma devedoras desses “credores universais”.
Hoje apresento o resultado de uma pesquisa que foi feita na Europa, de percepção do agro, do que os consumidores estão querendo e no que esse estudo pode ajudar o Brasil. A pesquisa revela a tendência do consumidor europeu e essa tendência está fundamentada em duas bases: uma é preço, em função da base da pirâmide que sempre tem o fator preço e busca de preço e um outro tema importante e interessante que é riscos.
Hoje é o Dia Nacional da Distribuição de Insumos Agropecuários. É o dia em que se comemora o excelente trabalho realizado pela rede de revendas da distribuição de um setor que leva tecnologia, educação, dias de campo, treinamento. É um setor privado vinculado à ciência, à tecnologia, e que faz um excelente trabalho para o agronegócio brasileiro. Então neste dia a ANDAV vai celebrar e eu convidei o Paulo Tibúrcio, que é o presidente executivo da associação, para deixar uma mensagem em comemoração a este dia.
“Nada na vida é para ser temido, apenas compreendido. Agora é a hora de compreender mais, para temer menos”, Marie Curie. Estamos em um instante agressivo de polarizações mundiais, opostos radicais vociferando uns contra os outros e, pronto, aí temos Trump, Putin, Xi, só para mencionarmos três macro líderes com gigantescos impactos globais, e todos eles com poderosas armas atômicas, o que nos fez trazer a cientista Marie Curie, física e química polonesa, naturalizada francesa que, em 1903, ganhou o Nobel da Física e, em 1911, o Nobel da Química. Ela foi a primeira mulher a se tornar professora na universidade de Paris, tudo isso pelos seus estudos e descoberta da radioatividade.
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