CABEÇA
DE LÍDER

José Luiz Tejon

Eldorado/Estadão - Agroarrogância não serve e não representa o verdadeiro agro!

Publicado em 08/10/2021

Agroarrogância

Agroarrogância só rima com ignorância. O Brasil precisa de comércio e elegância. Precisamos de prosperidade e abundância! Ouçam o podcast de hoje!

 

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“Não esperar mais de Governos”, assim tenho registrado e gravado comigo a palavra de um líder excepcional do agro nacional, Alysson Paolinelli. A sociedade civil organizada precisa estar reunida para a orquestração de um planejamento estratégico que aponte para metas sustentáveis de crescimento do PIB, e no caso do complexo do agronegócio, minimamente dobrar de tamanho nos próximos 12 anos, com uma perspectiva de na soma das suas cadeias produtivas gerarmos mais de US$ 1 trilhão.
Uma coisa seria analisar a cota de importação de carne bovina determinada pela China a diversos países, antes de 3 de janeiro com o ataque de Trump a Venezuela. Seria simplesmente mais um exercício tarifário, num mercado, o chinês, onde o consumo per capita da carne bovina é de menos de 5 kg/habitante/ano comparada a nossa de 25 kg/hab./ano, por exemplo.
O agronegócio não pode parar. O transporte não pode parar. Comento no programa de hoje sobre a marcha da sensatez e a importância de que tenhamos a escolha de extraordinárias pessoas para o Ministério da Agricultura do novo governo, para a construção de um agronegócio que dobre de tamanho e que deixe o caminho aberto para dobrar de tamanho nos próximos 04 - 05 ... 06 anos.
Agronegócio é uma orquestra à espera de regente. Me lembro do amigo, meu herói, maestro João Carlos Martins. Considerado o maior intérprete de Bach do século XX. De pianista com mais de 60 anos se transformou em maestro. No agro temos muitos pianistas, flautistas, violinistas, pratistas, instrumentistas, mas precisamos regentes.
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