CABEÇA
DE LÍDER

José Luiz Tejon

Eldorado/Estadão - Agroarrogância não serve e não representa o verdadeiro agro!

Publicado em 08/10/2021

Agroarrogância

Agroarrogância só rima com ignorância. O Brasil precisa de comércio e elegância. Precisamos de prosperidade e abundância! Ouçam o podcast de hoje!

 

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Numa era de polarizações, revelações de corrupções, descubro uma família agrícola que merece nesta data este meu espaço e este meu comentário por se tratar do que mais precisamos redescobrir na alma da gente brasileira. Voltando de Umuarama para Maringá, pela PR-323, no quilômetro 179 vejo umas plaquinhas de estrada avisando. Barraca da honestidade logo ali. Diminuímos a marcha e paramos em frente a uma simples barraquinha de beira de estrada com a placa “barraca da honestidade”. Não tem cobrador, não tem ninguém para fiscalizar.
Feliz 2022. Prosperidade em 2022. Este é nosso desejo, aqui ao lado de vocês todo este ano que termina hoje, no Jornal da Eldorado, no Agroconsciente. Aqui falamos das coisas positivas, do conhecimento, da pesquisa e da ciência, como nos programas ABC + Agricultura de Baixo Carbono. Parabéns Embrapa e Secretaria de Inovação do Ministério da Agricultura.
Concordo totalmente com o que ouvi de Carlos Goulart - Diretor do Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas do MAPA, sobre a polêmica, a polarização que passamos a ter colocando de um lado parte dos produtores rurais e do outro a indústria da genética e defensivos. “O que imaginamos seria cada vez um calendário mais preciso e menor, porém cabe a cada região do país ao lado da Embrapa, definir e determinar o que está certo para o bem da cultura, e avaliar os impactos da soja sobre outras cadeias produtivas, uma guerra entre semente, químicos e produtores precisa ser resolvida dentro do setor, essa é a nossa posição“. Assim se posiciona O diretor da Defesa Vegetal do MAPA.
O encontro de Trump com Lula revelou que a maior economia planetária, os Estados Unidos, com um PIB na casa de US$ 30 trilhões é totalmente movimentada por multinacionais que dependem de mercados multilaterais, tanto para suas cadeias de suprimentos, como fica evidente em produtos como café, citros, açúcar, cacau, e também nos produtos além dos tropicais, nas carnes, proteínas animais, ovos, frutas, couro, feijão, arroz, etc. do A do abacate ao Z do zebu, não apenas para abastecer seu mercado interno, onde os tarifaços demonstraram crescimento de preços ao consumidor americano, porém para suas cadeias de suprimentos onde a indústria americana, o comércio e os serviços agregam valor para vender para os mercados mundiais.
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