CABEÇA
DE LÍDER

José Luiz Tejon

Eldorado/Estadão - Agroarrogância não serve e não representa o verdadeiro agro!

Publicado em 08/10/2021

Agroarrogância

Agroarrogância só rima com ignorância. O Brasil precisa de comércio e elegância. Precisamos de prosperidade e abundância! Ouçam o podcast de hoje!

 

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Entrevistei um especialista, engenheiro agrônomo da Tera Ambiental, o Fernando Carvalho Oliveira, que se dedica ao campo da nutrição vegetal, fertilizantes orgânicos compostos ao longo dos últimos 20 anos.
Uma coisa seria analisar a cota de importação de carne bovina determinada pela China a diversos países, antes de 3 de janeiro com o ataque de Trump a Venezuela. Seria simplesmente mais um exercício tarifário, num mercado, o chinês, onde o consumo per capita da carne bovina é de menos de 5 kg/habitante/ano comparada a nossa de 25 kg/hab./ano, por exemplo.
Somos potência para dobrar de tamanho em tudo. E principalmente onde já possuímos ativos concretos, conhecimento, inteligência humana, e exemplos honestos e legítimos. Nos últimos 50 anos o que passamos a chamar de “agronegócio”, um sistema envolvendo a agropecuária com a ciência, insumos, mecanização, indústria, agregando valor, comércio e todo setor de serviços passou a representar 27,4% do PIB nacional. Esta conta hoje é “contada” pelo Cepea/Esalq. Portanto, em um PIB total brasileiro de US$ 1.92 tri em 2022, o agronegócio representou US$ 526 bilhões.
Para Bill Gates, numa entrevista ao MIT Technology Review, os países ricos deveriam mudar totalmente para o consumo da carne sintética, alegando razões climáticas e dos gases efeito estufa.
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