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José Luiz Tejon

Eldorado/Estadão - Carne bovina brasileira sob ataque de Trump. “Somos competitivos”, afirma Oswaldo Ribeiro Jr., presidente da ACRIMAT

Publicado em 01/08/2025

Divulgação
Oswaldo Riberito Jr., presidente da ACRIMAT

A blitz, ataque de Trump ao Brasil, tem cinco focos de fogo: ideológico, egológico, comercial, estratégico geopolítico e protecionista ao seu agronegócio.

Ouvimos o presidente da Associação dos Criadores do Mato Grosso (ACRIMAT), hoje o maior estado da pecuária de corte no país e com um excelente desenvolvimento tecnológico, de qualidade e produtividade, o médico e pecuarista Dr. Oswaldo Ribeiro Jr.

A queda no preço da arroba, a impossibilidade a curto prazo de direcionar para outros mercados, inclusive o chinês, a ainda desunião da cadeia produtiva, frigoríficos e varejo que deveriam estar reunidos com o pecuarista e, sem dúvida, um protecionismo de Trump aos pecuaristas norte-americanos que nos veem como poderosos adversários produzindo a custo 20% inferior e com qualidade superior, onde abastecemos a indústria dos Estados Unidos com cortes do “dianteiro” para hambúrgueres. De fato estamos sob uma “cruzada” ideológica, egológica, geopolítica, comercial e de protecionismo do agro USA versus o brasileiro.

Ao lado de Haisem Abaki e Carolina Ercolin ouçam a entrevista completa com o presidente da ACRIMAT abaixo⬇️

José Luiz Tejon para a Eldorado/Estadão.

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No 21º Congresso Brasileiro do Agronegócio da Abag e B3, nesta semana, o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Marcos Montes, enfatizou em seu discurso que sofremos de ausência ou péssima comunicação do agronegócio do país, com a sociedade brasileira e com o mundo.
Sobre as “trumpalhices” do atual governo dos Estados Unidos, a maior economia do planeta, conversamos com um brasileiro que teve uma experiência única numa ação contenciosa com os EUA na Organização Mundial do Comércio na questão do algodão, e saímos vitoriosos, é o Pedro de Camargo Neto que foi presidente da Sociedade Rural Brasileira, presidente da Fundepec,  agricultor, pecuarista, foi secretário de produção e comercialização do Ministério da Agricultura,  e o único brasileiro citado no livro americano “Food Citizenship”,  alimento e cidadania numa era de desconfianças.
Enquanto aqui na França ao lado de uma juventude internacional no FAM Food & Agribusiness Management, mestrado com diplomação dupla europeia e brasileira, aprendemos sobre as oportunidades existentes nos diversos continentes do planeta, aparece na mídia as invasões de três áreas de cultivo de eucaliptos da Suzano Papel e Celulose na Bahia.
Qual é o novo ministro ou nova ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil? O nome está em discussão, mas o sobrenome não pode deixar de ter duas palavras fundamentais: confiança e a outra competência.
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