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José Luiz Tejon

Eldorado/Estadão - Debêntures da infraestrutura aprovadas: Arnaldo Jardim, relator no Agroconsciente!

Publicado em 15/01/2024

TCAI
Tejon com Arnaldo Jardim, VP da Frente Parlamentar da Agricultura (FPA)

Conversei com o deputado Arnaldo Jardim, VP da Frente Parlamentar da Agricultura (FPA), que foi relator de uma lei que cria debêntures para infraestrutura, aspecto fundamental para a logística do agro. E ele me disse:

“Nós do agro sempre soubemos que o Brasil é muito competitivo da porteira para a dentro. Mas nós sabemos que temos desafios de logística que muitas vezes faz com que o nosso produto tenha dificuldades para chegar a um preço razoável ao consumidor ou para ter competitividade no mercado exterior. Nós temos problemas de armazenamento, de transporte e escoamento da safra. Por isso que a FPA, além de trabalhar para fortalecer o nosso agro, para buscar aumento de produtividade, leasing, financiamento, defesa sanitária, nós nos preocupamos com a questão da logística. Eu, particularmente, acompanhei bem de perto as autorizações ferroviárias para ampliar a oferta de transporte ferroviário. Estamos discutindo a BR do mar, aprovamos, e queremos melhorar o nível de cabotagem, mas acima de tudo, além do que nós fizemos aprovando os fiagros, que são linhas de investimento, nós precisamos garantir recursos para que concessões, e PPPs, possam ampliar a nossa logística. Foi por isso que eu acabei sendo relator e nós trabalhamos pelas debêntures de infraestrutura. Hoje para esses investimentos na área de concessão e na de PPPs nós temos uma categoria de debêntures, as incentivadas, mas são pessoas físicas. Agora com a provável, nós trabalhamos para isso, debêntures de infraestrutura já sancionada pelo Executivo, pelo presidente. Agora é lei, com as debêntures de infraestrutura nós vamos ter linhas adicionais importantes, maior fluxo para investimento em concessões, PPPS e, portanto, para melhorar a nossa logística. Mais um compromisso, mais um gol, e vamos acompanhar a sua implementação”.

José Luiz Tejon para a Eldorado/Estadão.

 

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Somos potência para dobrar de tamanho em tudo. E principalmente onde já possuímos ativos concretos, conhecimento, inteligência humana, e exemplos honestos e legítimos. Nos últimos 50 anos o que passamos a chamar de “agronegócio”, um sistema envolvendo a agropecuária com a ciência, insumos, mecanização, indústria, agregando valor, comércio e todo setor de serviços passou a representar 27,4% do PIB nacional. Esta conta hoje é “contada” pelo Cepea/Esalq. Portanto, em um PIB total brasileiro de US$ 1.92 tri em 2022, o agronegócio representou US$ 526 bilhões.
Temos enfatizado aqui no Agroconsciente a importância da reunião, da articulação da iniciativa privada, da sociedade civil organizada para a busca de um melhor entendimento, desenvolvimento e prosperidade de todo o sistema do agronegócio, que envolve o antes, o dentro e pós-porteira das fazendas e nesse sentido a Federação de Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) participou de um Fórum na Associação Comercial de São Paulo para exatamente debater, conversar, sobre tendências e perspectivas do agronegócio brasileiro.
A notícia da hora é a presença do presidente do Brasil na Rússia com o presidente da Rússia cuja proposta é comércio, negócios, correto? Somos fregueses dos russos, em 2021 vendemos apenas US$ 1,7 bilhão, ou seja, a Rússia significou apenas 0,6% das nossas exportações, abaixo obviamente da China com quase US$ 90 bilhões.
Estou aqui com um brasileiro que eu admiro muito, Aldo Rebelo, ex-ministro, um homem que criou, fez e foi relator do nosso Código Florestal. Uma carreira de realizações de um brasileiro realmente admirável. E para ele, aqui, na Voz de líder, eu estou perguntando: Aldo, cinco pontos sagrados que cada presidenciável tem que ter no seu Plano de Governo para o agronegócio, por favor!
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