CABEÇA
DE LÍDER

José Luiz Tejon

Eldorado/Estadão - Dia de campo na fazenda Santa Fé de Goiás é dia de fé na tecnologia e inteligência pecuária: “Pedro Merola”

Publicado em 05/04/2024

TCAI
Pedro Merola, diretor da Fazenda Santa Fé de Goiás

Estou em Goiás num dia de campo na Fazenda Santa Fé de Goiás, com o diretor Pedro Merola, um confinamento por onde já passou mais de 1 milhão de bois. E ele fala de como será o futuro da pecuária!

“A pecuária brasileira é insubstituível. Hoje nós temos um custo de produção que é metade do custo americano. Nós temos um produto que é maravilhoso, somos o maior exportador do mundo e nós temos a capacidade produtiva com tecnologia de aumentar 60% a 70% a produção com o mesmo número de rebanho e ainda liberar por volta de 40 a 50 milhões de hectares para a agricultura crescer também. Então eu vejo que a pecuária está passando a fase baixa dela, mas o futuro dela é brilhante. O nosso desafio é nós como pecuaristas adotar as tecnologias que já existem e conseguirmos cada vez mais reduzir custos, aumentar a eficiência, aumentar a produtividade, e dessa forma ter margens muito maiores do que temos tido nos últimos 5 anos. É esse que eu acho que é o grande desafio”, disse Pedro Merola.

Ouça a entrevista completa abaixo.

Também pode interessar

Analyzing the importing beef quota, determined by China over various countries before January 3rd, in light of Trump's attack on Venezuela, is one thing. It's another to understand it as simply tariff exercise in the Chinese market, where per capita beef consumption is less than 5 kg per capta/year, compared to Brazil’s market, of 25 kg per capita/year, for instance. Certainly, Brazil, a strategic supplier with the potential to meet an obviously growing demand in the coming years, would find negotiation formulas to address the issue.
Mudanças climáticas, enchentes, incêndios, secas, insegurança alimentar, energética e ambiental no mundo. O departamento de agricultura dos Estados Unidos na semana passada em seu relatório diminuiu a expectativa das safras americanas por exemplo. Então a COP30 será no Brasil, na Amazônia, Belém do Pará, e precisamos de uma coordenação e minimamente uma só voz da ciência brasileira ao lado da iniciativa privada do país.
Produtores europeus entraram na semana passada em protestos na Holanda, Polônia, Itália, França e o movimento tende a se espalhar em toda Europa, pois os planos dos governos significam exigir reduções de amônia e óxido de hidrogênio cobrando dos agricultores mudança de práticas agrícolas e na criação de animais.
Proteína animal continuará crescendo na necessidade da saúde humana, mas de onde vem essa carne, como é criada e qual a filosofia de ESG, environment, social e governance, irá determinar quem vai ao futuro nesse agronegócio ou quem já desapareceu no passado?
© 2026 José Luiz Tejon Megido. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por RMSite