CABEÇA
DE LÍDER

José Luiz Tejon

Eldorado/Estadão - Digital, agregação de valor: a nova liderança no agro. VI CNMA 25, 26 e 27 outubro

Publicado em 25/10/2021

Divulgação
VI CNMA

O embaixador da Índia no Brasil, Suresh Reddy e a ministra conselheira da embaixada do Reino Unido, Melanie Hopkins farão a abertura do VI Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio (CNMA), no Transamerica Expocenter, em São Paulo, ao lado do presidente da Abag,  Marcello Brito e da presidente da Sociedade Rural Brasileira, Teka Vendramini, nesta segunda-feira (25) com o tema: “política internacional e filantropia”. A mediação será da jornalista do Estadão, Carolina Ercolin. O congresso seguirá ao longo das manhãs dos dias 26 e 27 de outubro.

Na parte da tarde ocorrerá o YAMI, Youth Agribusiness Movement International, o 2º Congresso Internacional da Juventude do Agro. Na abertura com a presença de Cléber Soares, diretor de Inovação do MAPA, o tema será uma mesa redonda digital. Participarão também Guilherme Abelardo da Bayer; Roseane Campos, da AGCO; Lucied Manduca, da Yara, com mediação de Ivan Moreno, CEO da Orbia.

Neste ano, com inspiração da ministra Tereza Cristina, o assunto central será inovação e agregação de valor, onde alimento significará saúde e paz doravante. No encerramento Alysson Paolinelli, símbolo de toda agricultura tropical do planeta, trará sua visão dos desafios dos próximos 30 anos, tendo ao seu lado Carla de Freitas, presidente da NFA (Núcleo Feminino do Agronegócio) ; Mariana Vasconcelos, fundadora da Agrosmart, e Petula Ponciano Nascimento, pesquisadora e secretária de inteligência e relações estratégicas da Embrapa.

Nesse VI CNMA também haverá a apresentação das conclusões dos estudos das “7 virtudes capitais das mulheres do agro CNMA”: liderança, afetividade, comunicação, empreendedorismo, resiliência, velocidade e responsabilidade. Neste espaço vale ainda um registro para um importantíssimo feito da CNA - Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária, que acabei de receber do seu presidente João Martins: “acabamos de ter uma grande vitória no STJ, conseguimos derrubar a possibilidade do Supremo rever a constitucionalidade do Código Florestal”. Portanto, batido o martelo nosso Código Florestal é constitucional.

José Luiz Tejon para a Eldorado/Estadão.

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A opinião do Estadão de domingo (5) assinalou: “o lado B da supersafra: déficit na infraestrutura de armazenagem desperdiça boa parte da colheita nacional”. E contando com os silos bag, ainda conseguimos guardar soja e milho literalmente no “chão”, numa solução criativa de produtores, cerealistas e cooperativas.
We will hold three seminars at the Audencia Academy campus in the city of Nantes, France, and also at the “Paris Agricultural Salon” involving international students, academics and leaders to discuss the vital importance, for the future of humanity, of the tropical belt of the planet, between the tropics of Cancer and Capricorn.
Agro brasileiro venderá mais para o mundo inteiro.Três ótimos motivos explicam e justificam isso: 1 – Segurança alimentar, energética, ambiental (mudança climática) e social estão na pauta obrigatória mundial. 2 – Os Estados Unidos são o maior agribusiness do mundo, e também o nosso maior concorrente, cujo vendedor presidente (hard sell style) Trump está muito distante de conquistar confiança e credibilidade no seu comércio internacional de alimentos, energia e ambiental. 3 – O agro brasileiro é essencialmente meio para o processamento agroindustrial dos nossos países clientes, onde temos ainda baixíssima participação nas gôndolas dos supermercados junto aos consumidores finais, porém representamos uma fonte confiável em volume, escala, e preços de produtos que são transformados, embalados com marcas locais, e obtém grande valor agregado dentro dos países nossos clientes.
Ouvi o economista Paulo Rabello de Castro, doutor formado em Chicago, ex-presidente do BNDES, do IBGE, e que criou a revista Agroanalysis da FGV, que nos explica as consequências de ao invés de uma cesta básica nacional de alimentos, ampla, como está na Constituição, os riscos que o Ministério da Fazenda pode trazer ao país querendo propor, ao contrário,  uma cesta básica mínima e não ampla, para todos os brasileiros independente de classe social.
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