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José Luiz Tejon

Eldorado/Estadão - Maior empresa global de carnes, JBS cria unidade de fertilizantes 100% nacional

Publicado em 13/04/2022

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Susana Carvalho, diretora executiva de novos negócios da JBS

O Brasil tem uma dependência de cerca de 85% de fertilizantes importados, com custos elevados e riscos de suprimento. Com uma iniciativa significativa a JBS, líder da proteína animal, dentro de uma estratégia de economia circular passou a transformar resíduos de suas operações em úteis e importantes insumos como os fertilizantes orgânico, organominerais e especiais na cidade de Guaiçara, interior de São Paulo.

Se trata de uma ação concreta, pois no Brasil temos muitos e vários diagnósticos e sabemos tudo o que precisa ser feito, mas precisamos de realizações empreendedoras e principalmente dentro de estratégias de sustentabilidade esg, de agroconsciente e da economia circular.

Conversei com Susana Carvalho, diretora executiva de novos negócios da JBS que nos explica essa iniciativa.

“A Campo Forte Fertillizantes é resultado de um estudo iniciado em 2016 para dar uma destinação sustentável aos resíduos das operações da JBS. Com investimentos de 134 milhões de reais para a construção da fábrica Guaiçara, no interior de São Paulo, a JBS inicia a sua produção 100% nacional de fertilizantes e se torna a primeira produtora brasileira de alimentos a utilizar os resíduos de suas operações para a fabricação de insumos agrícolas.

A Campo Forte tem capacidade para fabricar 150 mil toneladas por ano de fertilizantes orgânicos e organominerais especiais que poderão ser aplicados em todos os tipos de culturas como soja, cana-de-açúcar, milho, café, hortifrutícolas, entre outras, como florestas, pastagens e agricultura orgânica. A operação atenderá tanto empresas quanto consumidores finais.

Essa inauguração reforça o propósito sustentável da JBS e é mais uma iniciativa de economia circular do Grupo, é mais do que isso, é parte do compromisso net zero da JBS até 2040. Vamos gerar o nosso balanço líquido de emissão de gases de efeito estufa”.

José Luiz Tejon para a Eldorado/Estadão.

 

 

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