CABEÇA
DE LÍDER

José Luiz Tejon

Eldorado/Estadão - Planejamento estratégico do agro brasileiro, fundamental em 2022!

Publicado em 27/12/2021

TCA Internacional
Agroconsciente

Estamos quase na virada do ano. E precisaremos mais do que nunca da prosperidade no Brasil. Márcio Lopes, presidente da OCB - Organização das Cooperativas do Brasil, neste ano de 2021, em nome do cooperativismo que responde por mais de 54% de tudo o que produzimos no agronegócio nacional, tem sido um promotor da importância de uma liderança que, além de frutos econômicos, traga prosperidade para todos numa comunidade. E prosperidade significa a governança da esperança.

Passamos o Natal e vamos virar o ano, para 2022. Estamos em grave crise econômica, perspectiva de recessão, inflação, e desemprego com desgoverno pandêmico. Está no agronegócio a principal perspectiva e possibilidade de não termos um 2022 tão ruim.

Nossa dependência das safras passou a ser vital. Porém, ficamos nas mãos de São Pedro. Nas mãos das incertezas do comércio mundial, e nas mãos de uma Agriwar global, onde narrativas de sustentabilidade legítimas ou não se misturam e se confundem. Por isso, para 2022, mais do que nunca precisaremos de sensatez, pelo menos na vigilância e gestão do agronegócio brasileiro.

Provavelmente a ministra Tereza Cristina, uma voz lúcida, deverá sair do governo para concorrer nas novas eleições. Então será a hora da sociedade civil organizada, as entidades reunidas em torno das cadeias produtivas, desde o a do abacate ao z do zebu se orquestrarem para podermos apoiar o crescimento do PIB brasileiro que, deixado ao sabor dos atuais ventos, será pífio. Imagine se fatores incontroláveis interferirem para prejudicar o atual estado das coisas.

Nesta virada do ano vamos enfatizar e reenfatizar a importância do planejamento estratégico de todo agro brasileiro, de uma necessária diversificação, temos pelo menos mais 50 tipos de produtos para plantar, agroindustrializar e ao mundo vender. E com isso aqui dentro do Brasil empregos gerar e o PIB crescer. Temos também muitos mais mercados mundiais para acessar.

E isso não é atribuição exclusiva de governos. Essa consciência pertence a todo agroconsciente, que venha em 2022 a sociedade civil organizada na orquestração do setor que pode dobrar de tamanho e com isso atacar a fome, não dando comida, mas criando as condições para que milhões produzam, agroindustrializem, prestem serviços, e vendam comida.

2022, ano da grande agroconsciência!

José Luiz Tejon para a Eldorado/Estadão.

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Eu não tenho constatações de que grupos suspeitos de comprar sentenças montou fraudes em recuperação judicial no agronegócio, mas evidentemente temos indícios de uma “indústria” de RJ no agro que vai prejudicar o setor, sem dúvida, em um ano com complexidade e dificuldade de crédito. Conversei com o economista-chefe da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), Antônio da Luz, que tem uma visão importante sobre as Recuperações Judiciais.
In Ipiranga do Sul, Rio Grande do Sul, Brazil, a circus family performed shows in this small town, with just 2 thousand inhabitants, when they were surprised by the Covid 19 pandemic. Everyone remembers the Covid 19 events: No more shows, no more joy of the clown in the ring, no more the trapeze, the jugglers, the dancers and the music.
In a conversation with an admirable personality, the president of the Organization of Cooperatives of Brazil (OCB), Mr. Márcio Lopes, also a member of the International Alliance of Cooperatives (AIC) at COP-29, we talked about COP-30 (United Nations Conference on Climate Change), to be held next year, emphasising a significant consideration: 2025 will be the International Year of Cooperatives.
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