CABEÇA
DE LÍDER

José Luiz Tejon

Eldorado/Estadão - Transparência do agro paulista e contas aprovadas da FAESP, exemplo de agroconsciente.

Publicado em 29/11/2023

Divulgação
São Paulo tem transparência no agro

O agro paulista em iniciativas muito positivas conseguiu ter 100% de suas propriedades rurais com o Cadastro Rural Ambiental (CAR). Também a Fundação Instituto de Terras do Estado de São Paulo (ITESP) tem desenvolvido um ótimo trabalho com assentamentos no Pontal do  Paranapanema, entre outros. E da mesma forma saliento a Federação de Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (FAESP) com suas contas totalmente aprovadas pela auditoria, Conselho Fiscal, pelos delegados da assembleia e tem todos os seus documentos e contas expostos no Portal da Transparência. E também estimulando os arranjos produtivos, ou seja, a integração dos elos das cadeias produtivas ao lado do Sebrae e do Senar.

Essa transparência de compromissos totais com a legalidade é o alicerce para os desafios de rastreabilidade e de uma originação que, além de ser e de dizer ser regenerativa, precisará provar. E a palavra transparência talvez venha a ser a que estará no eixo de tudo o que significará a nova fase do agronegócio mundial, um agroconsciente.

Que na COP28 o plano de incluir 40 milhões de hectares de pastagens degradadas no modelo ESG sustentável, com tecnologias, investimentos e infraestrutura, onde 12 milhões de há serão destinados à restauração de florestas, seja um marco histórico essencial do Brasil para o mundo.

E que a transparência como a FAESP acabou de fazer, expondo suas contas no Portal Transparência, seja imitado por todas as instituições do sistema do agro, para ser cada vez mais um agroconsciente. Logo, agroconsciente exige ser transparente.

José Luiz Tejon para a Eldorado/Estadão.

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Caso carne para o cliente chinês. Diplomacia de resultado é fundamental, doravante, como afirma o ex-ministro Roberto Rodrigues, “a estratégia de transação precisa mudar para parceria”. A ministra Tereza Cristina tem se revelado uma diplomata. Busca fazer o comércio ao invés de participar das guerras ideológicas ou das raivas insanas que elos do agronegócio estimulam entre si, ou mesmo uma mania de falar mal de clientes.
Conversei com Pedro Ronca, diretor da Fundação Mundial do Cacau (WCF), que nos explica a situação dos preços do cacau, e as ações da maior reunião do setor mundial ocorrida semana passada em São Paulo, onde a grande síntese é que somente através da sustentabilidade teremos resiliência para a produção agrícola doravante.
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