CABEÇA
DE LÍDER

José Luiz Tejon

Eldorado/Estadão - Voz de líder: Presidente da FAEP elege 5 pontos vitais para um plano de governo

Publicado em 23/05/2022

Ágide Meneguette - Presidente da FAEP

Dando sequência ouvindo líderes aqui no Agroconsciente, pedimos para eles nos enviarem quais são seus cinco pontos sagrados que precisam, obrigatoriamente, constar dos planos dos próximos governos, tanto numa esfera nacional quanto estadual.

Abaixo segue a íntegra da voz de Ágide Meneguette, presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Paraná (FAEP). A infraestrutura para competirmos globalmente; a sustentabilidade ambiental como premissa central; a pesquisa e tecnologia para os produtores receberem o melhor do estado mais avançado dos conhecimentos gerados no mundo; o seguro rural para os produtores investirem com segurança numa atividade repleta de fatores incontroláveis; e energia renovável para que todo entorno do campo seja também sustentável tanto econômico como ambientalmente.

Essa é a voz do líder Ágide Meneguette, presidente da FAEP. Abaixo no Jornal da Manhã da Eldorado, e no podcast.

“Para que o agronegócio continue gerando divisa e puxando a economia brasileira, os próximos governantes, nos âmbitos federal e estadual, precisam estar atentos a cinco pontos que nós, da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP), consideramos fundamentais na atividade agropecuária: primeiro a infraestrutura de qualidade para tirar das nossas costas o peso do Custo Brasil, que reduz a competitividade dos produtos em nível mundial; sustentabilidade ambiental, premissa central para todos que desejam produzir alimento de qualidade em harmonia com o meio ambiente; pesquisa e tecnologia de modo que o produtor brasileiro tenha acesso ao que há de mais moderno na sua área de atuação e assim se manter no campo com a sustentabilidade e qualidade de vida; seguro rural para que o agricultor possa continuar investindo na produção com segurança porque está coberto dos riscos inerentes a atividade da agricultura; energias renováveis para que a produção nas fazendas e na agroindústria seja sustentável tanto do ponto de vista econômico quanto ambiental”.

José Luiz Tejon para a Eldorado/Estadão.

 

 

Também pode interessar

Quem disse isso? Na minha opinião um dos maiores sábios lúcidos do agro brasileiro vivo: Alysson Paolinelli, candidato ao Nobel da Paz, um daqueles que se enquadrariam na expressão do Churchill, na 2ª guerra mundial: “nunca tantos deveram tanto a tão poucos”.
Carlos Augustin e sua equipe correram o mundo na busca de recursos financeiros para dar início ao PNCPD – Plano Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas em Cultivos Sustentáveis. Serão 40 milhões de hectares, hoje com baixíssima produtividade e contribuindo para emissão de carbono na atmosfera. Se trata de uma área única no planeta, com terras agricultáveis onde iremos plantar árvores, realizar segurança alimentar, energética, social e ambiental.
A Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA), representante dos agricultores, lançou um manifesto nesta quarta-feira (26) contra a agropolarização de uns contra os outros, pregando um conceito de união através do alimento. O alimento nos une a todos.
Conversei muito nestes dias com o pesquisador da Embrapa Solos José Carlos Polidoro. Ele está no Grupo de Trabalho do Plano Nacional de Fertilizantes que será implementado a partir do final deste mês. O plano objetiva a médio e longo prazos permitir que o Brasil reduza a menos de 50% sua dependência de fertilizantes importados, dobrando a oferta para mais de 80 milhões de toneladas até 2050.
© 2026 José Luiz Tejon Megido. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por RMSite