CABEÇA
DE LÍDER

José Luiz Tejon

Extrema radical não é coisa nacional

Publicado em 03/08/2021

Radicalismo

Radicalismo, ódio, extremismo nunca deu liga com o Brasil. O Brasil não é perfeito. Como nada na terra é. Temos muito para aperfeiçoar, inclusive nas relações humanas e também em preconceitos. Porém se tem um que não pega aqui, nunca pegou e jamais pegará é o de imaginar ódio de sangue entre brasileiros por ilações místicas, ideológicas radicais. Brasil nunca foi comunista e muito menos nazista ou fascista.

Por isso começamos a ver que os sentimentos radicais e de brasileiros que os promovem estão cada vez mais isolados, na sociedade e da mesma forma nas pesquisas eleitorais.

Alias falando de eleição, precisamos muito mais atenção e foco em desafios como aumentar a produção de grãos e de alimentos, que agora sofre com efeitos climáticos, onde deixamos de colher cerca de 12 milhões de toneladas de milho e, neste instante, Sul e Sudeste passam por duas geadas queimando cana, pastos, café, citricultura, hortaliças, frutas, e o que restou do milho no Paraná e Mato Grosso do Sul. Além obviamente do foco sagrado da vacinação.

Entretanto, enquanto legítimos incômodos incomodam a cada um de nós e a toda nação, alguns que com certeza não são brasileiros, tentam importar ódio, guerra nas ruas e desmoralização da democracia e suas instituições, para ilusórios golpes, que se por acaso numa ficção científica fossem aplicados, não saberiam o que fazer e muito menos como conduzir um país que sempre esteve entre os 10 maiores do mundo.

Radicalismo não é coisa de brasileiro é porcaria ideológica extremista importada do estrangeiro.

Pacificação. Pacificadores. Inteligência emocional. Ordem, e com ordem, teremos o óbvio progresso. Para todos. Aqui no Brasil, ódio e raiva sem conciliação é coisa de alienígena hostil.

Também pode interessar

Conversei com o diretor executivo da ANDA – Associação Nacional para Difusão do Adubo, Ricardo Tortorella, cujo congresso ocorrerá nesta terça-feira (29), em São Paulo. Produzimos apenas 10% dos fertilizantes no país e o grande debate deste congresso será a diminuição da dependência.
Realizei ao lado do Instituto Ipeso com a Abag uma pesquisa com eleitores entre 16 e 70 anos nas áreas urbanas de 5 capitais das 5 regiões: Belém, Salvador, Goiânia, São Paulo e Porto Alegre. O estudo foi apresentado num dos congressos Abag.
Agora em novembro no Egito vai ocorrer a COP27, na Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas. O ministro Marcos Montes está correto, uma posição conjunta do continente americano seria obviamente o ideal.
Ouvi do Caio Carvalho, atual presidente da Abag, Associação Brasileira do Agronegócio, o quanto há uma relação umbilical entre o conceito ESG, meio ambiente, responsabilidade social e governança, com ser competitivo doravante. 
© 2026 José Luiz Tejon Megido. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por RMSite