CABEÇA
DE LÍDER

José Luiz Tejon

Feijão com arroz pode mais, muito mais

Publicado em 18/02/2021

gratis.png

Tocamos num assunto que sensibilizou muita gente. A missão de um país como o Brasil sobre a fome mundial. Mencionamos aqui o drama do Iêmen onde metade das crianças até 5 anos sofrem de desnutrição, cerca de 1 milhão e duzentas mil mulheres em gestação e fase de amamentação também na linha da fome.

E recebemos muito apoio, sabendo tratar-se de um sonho. Mais arroz e feijão para o mundo, do Brasil, por que não? O Elcio Guimarães, chefe da Embrapa Arroz e Feijão me disse: “infelizmente todas as estatísticas apontam na direção da estabilidade das safras para os próximos 5 a 10 anos. Tanto no arroz quanto no feijão. Os consumos estão caindo para ambas as culturas, a produtividade segue crescendo graças a novas cultivares e tecnologias de manejo”. E Elcio acrescenta: “o Brasil, sim sim sim, poderia ser o país a fazer a diferença no mundo. Poderíamos ajudar e muito a diminuir a fome nos muitos Iêmens do nosso planeta. Arroz e feijão neles”.

Para o líder do maravilhoso feijão, o Marcelo Luders, presidente do Instituto Brasileiro do Feijão, o Ibrafe me disse: “Sim, podemos viabilizar a luta contra a fome através dos fundos internacionais. Neste mundo atualmente sobra dinheiro barato. Já investimos mais em pesquisa de sementes no Brasil. Já iniciamos a rastreabilidade no Brasil. A irrigação após se estruturar em associação está criando um comitê para avançar mais rapidamente e destrancar a tortura que é pedir outorga. E conseguimos exportar US$ 218 milhões de feijão em 2020. Tudo isso em pulses e colheitas especiais.”

Ouvintes, telespectadores, não temos problemas de tecnologia, de terras, de produtores brasileiros com conhecimento e não falta dinheiro no mundo. Pra matar a fome do mundo basta vontade e um plano estratégico com líderes e vontade humana, um agroconsciente. Pra não falar que não falamos do feijão com arroz. Tão simples, mas tão fundamental para a vida.

José Luiz Tejon para Cabeça de Líder.

Também pode interessar

The world's largest Agriculture sector, with the highest level of support and subsidies – the American one – is crying “Help!” to President Trump. A formal letter from the American Soybean Association (ASA), the biggest competitor of Brazil, includes a tone of plead on its text: “Mr. President, you've strongly supported farmers, and farmers have strongly supported you. We need your help."
Três milhões de cooperativas no mundo, mais de 1 bilhão de cooperados, 280 milhões de empregos gerados. No Brasil são 4,8 mil cooperativas realizando mais de R$ 650 bilhões de ativos totais envolvendo 17,1 milhões de cooperados no país, com 455 mil empregos, obtendo R$ 415 bilhões de ingressos com uma meta de atingir R$ 1 trilhão de movimento econômico e 30 milhões de cooperados até o final desta década.
Com abertura do presidente da Câmara Brasil Alemanha, Manfredo Rübens, e dos embaixadores do Brasil na Alemanha, Roberto Jaguaribe; e da Alemanha no Brasil, Heiko Thoms; teremos o congresso digital: “Don’t forget the animals”, não esqueça os animais. Nesta semana iniciando terça-feira até sexta-feira, das 8h45 até 11h15, com participação gratuita.
Neste final de semana o presidente Macron da França abriu o Salão Internacional de Agricultura de Paris, um evento tradicional onde a França faz um show da sua agricultura para todos os franceses e turistas do mundo inteiro. O salão costuma ser também o momento e o local para os principais pronunciamentos do agronegócio não só francês, mas de toda a Europa.
© 2026 José Luiz Tejon Megido. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por RMSite