Nesta sexta-feira está sendo lançado o Plano Nacional de Fertilizantes 2050. Investiguei com a Embrapa Solos e Meio Ambiente sobre uma confusão perigosíssima associando as metas e objetivos deste plano que chega, antes tarde do que nunca, com ligações de que as lavras invadiriam terras das reservas indígenas. Não.
Conversei muito nestes dias com o pesquisador da Embrapa Solos José Carlos Polidoro. Ele está no Grupo de Trabalho do Plano Nacional de Fertilizantes que será implementado a partir do final deste mês. O plano objetiva a médio e longo prazos permitir que o Brasil reduza a menos de 50% sua dependência de fertilizantes importados, dobrando a oferta para mais de 80 milhões de toneladas até 2050.
Com a guerra, as narrativas mundiais convergem para afirmações como: “o pior está por vir”. Inflação será mundial. Protecionismo agrícola voltará. Vai faltar alimento na Europa. Nunca dependemos tanto da China para acabar com uma guerra como hoje. Putin é um líder do século XIX atuando no século XXI”.
No FAM Food & Agribusiness Management, Master Science da Audencia Business School, com Fecap Brasil, ao lado de estudantes internacionais, estamos no meio da grave crise da guerra.
O Salão de Agricultura de Paris apresenta neste ano uma excelente novidade: a presença de lideranças femininas tomando conta das fazendas, acontecimento igual ao que vemos no Brasil, onde em outubro ocorrerá o Congresso Nacional das Mulheres do Agro.