Estou em Brasília, com Tânia Zanella, presidente do Instituto Pensar Agro (IPA) que reúne cerca de 60 entidades de todo o agronegócio brasileiro e estamos em um momento pré-Plano Safra, que impacta todo o agronegócio do Brasil e todo o país.
Marco importantíssimo de legítima ação de agrocidadania. Agricitizenship como o criador do agribusiness Dr. Ray Goldberg, em Harvard, tanto pede hoje aos líderes mundiais do setor. E aqui no Brasil podemos elogiar um marco excelente neste sentido num evento realizado na COSAN, a ONG Gerando Falcões apresentou a grandes empresários do agro seu fundo dignidade que objetiva levar 1 milhão de pessoas para a dignidade da vida nos próximos 10 anos.
Em um momento em que o mundo vive uma grave crise energética em função dos aspectos todos envolvendo o combustível fóssil, o petróleo, o Estado de São Paulo criou um plano que pode ser um exemplo para o Brasil e para o mundo. Um plano de transformação do lixo, dos desejos, da biomassa em biometano.
Cerca de 20% da ureia consumida no Brasil, que importa 85% dos seus fertilizantes, traz custos extraordinários para o agro brasileiro. Também o custo da logística cresce com o preço do petróleo podendo atingir 100 dólares o barril. Neste cenário mais do que nunca precisamos de um planejamento estratégico brasileiro onde deveríamos parar de perder tempo discutindo vantagens deste ou daquele nas próximas eleições e termos de fato um plano de estado.