The United States is the biggest competitor for Brazilian Agribusiness. However, under the "Trump way of negotiating," which places the Food System at the center of geopolitical warfare, evidence suggests that, under this approach, Brazilian Agribusiness sells more and gains more receptive opening markets than under other governing and negotiating "styles" from our biggest competitor, the USA.
Estou aqui com o Marcello Brito, enviado especial para a COP-30 sobre a Amazônia e também um profissional com experiência espetacular com relação ao mundo da Amazônia.
Pois é estou junto na campanha Viva Feijão, um movimento que objetiva resgatar um prato essencial e da cultura nacional, o famoso prato feito, feijão com arroz. Por décadas foi nosso sustento de trabalhadores, na minha casa em Santos, e nos meus vizinhos, ali, cuja proteína e energia dessa mistura nacional geravam força e saúde para o árduo trabalho de muitos vizinhos estivadores do Porto. Era feijão com arroz, me lembro bem.
No Rio Centro entramos hoje no terceiro dia do Rio+Agro – Fórum Internacional Agrosustentável, com ênfase na visão do Brasil + nações do cinturão tropical do planeta para ações comuns de ciência, tecnologia, empreendedorismo, cooperativismo objetivando atuar na segurança alimentar, energética, mudança climática e desigualdade social.
A significant meeting of the Superior Council of Agribusiness (Cosag) was held at FIESP, addressing the emergency and urgency of a National Fertilizer Plan. We face an unacceptable dependency at a critical time for the world, full of conflicts. At this meeting, attended by various leaders, we had an extraordinary presentation by Mr José Carlos Polidoro, an advisor to the Ministry of Agriculture, Livestock, and Supply (MAPA), who, in my opinion, is the country’s leading fertiliser expert and has also directed Embrapa Soils for a long time.