Feliz Ano Novo! Ano Novo, esperanças novas, mas que sejam realistas. O paraibano Ariano Suassuna, intelectual, antropólogo, filósofo, escritor escreveu uma ideia maravilhosa dentre muitas: “o otimista é um tolo, o pessimista um chato. Sou um realista esperançoso”.
Treze setores, 13 entidades representativas, bons exemplos que nos inspiram para uma sinfonia agro brasileira , se tocarmos juntos: uma maestria. Vamos dar uma passada pelas entidades que reúnem esse alfabeto do A do abacate ao Z do zebu e tirar conclusões sobre 2025 e expectativas futuras
Tivemos em 2025 setores crescentes, mas dois setores que terminam o ano de maneira muito sofrida: o arroz, que chegou a ser o assunto durante as enchentes do Rio Grande do Sul, se transformou em um produto com os preços inferiores ao custo dos agricultores. E o leite que é uma atividade que envolve mais de um milhão de propriedades no Brasil, fundamentalmente pequenas, muitas delas para o consumo próprio, mas com certeza cerca de 700 mil propriedades conectadas ao mercado do leite e o leite termina o ano com um custo por litro produzido no campo de R$ 2,30 e o preço obtido pelos produtores de R$ 2,08.
Vamos a Retrospectiva de 2025 e as visões para 2026. O ano de 2025 começou de maneira incerta. Aspectos duvidosos sobre o ambiente climático, sobre as relações conflituosas do mercado e comércio internacional, dúvidas com relação aos preços das commodities, custos dos insumos, enfim, uma série de incertezas na virada de 2024 para 2025.