O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Pedro Lupion, nos explicou as prioridades desta semana em Brasília. Uma convocando o ministro da Educação a respeito de questões do Enem com enunciados críticos ao agronegócio, e outra sobre o marco temporal na questão da demarcação das terras indígenas.
A opinião do Estadão de domingo (5) assinalou: “o lado B da supersafra: déficit na infraestrutura de armazenagem desperdiça boa parte da colheita nacional”. E contando com os silos bag, ainda conseguimos guardar soja e milho literalmente no “chão”, numa solução criativa de produtores, cerealistas e cooperativas.
Não é o Brasil que não cresce. É a inexistência de um planejamento estratégico que não o deixa crescer. O 5º maior país do mundo (porém o maior em km quadrado útil). A 7ª maior população do planeta. A 4ª maior agricultura terrestre (porém a única com condições de dobrar de tamanho com total sustentabilidade). O maior exportador de alimentos industrializados em volume do planeta (mas o 5º em valor agregado), a maior competência do sistema total do agronegócio global no cinturão tropical da terra, mais de 1 milhão de famílias agrícolas cooperativadas, enfim eis aí alguns dados apenas mais voltados ao eixo econômico desse gigante Brasil relacionado aos atuais 30% do seu PIB.
“O país precisa criar coragem para encarar o problema da situação fundiária na Amazônia, de frente”. Essa é a afirmação do diretor executivo do Instituto Escolhas, Sérgio Leitão, a partir de um estudo realizado em parceria com o Grupo de Políticas Públicas da ESALQ/USP.
Hoje (30) a ABIA – Associação Brasileira da Indústria de Alimentos e Bebidas celebra 60 anos de existência e eu pedi ao presidente executivo da ABIA, o João Dornellas que nos mandasse a sua palavra aqui neste dia, dos 60 anos da ABIA.