Só podemos saber isso, de fato, com a estrutura de uma pesquisa junto a diversas nações do mundo. E a partir dessa investigação, comparar com a própria percepção existente dentro da sociedade brasileira. E a partir de um estudo estruturado desses poderemos alinhar a condução dos negócios originados nos alimentos, energia, fibras, meio ambiente, a natureza brasileira.
Estamos sob investigação dos Estados Unidos através do USTR, agência de representação comercial americana, com acusações de práticas comerciais consideradas prejudiciais aos Estados Unidos.
Last week (March 26), The Economist published an article stating: “With oil prices rising and a global energy crisis underway, driven by the war involving the United States, Israel, and Iran, Brazil holds a strategic advantage: biofuels.”
Uma excelente forma de difusão da imagem brasileira para o mundo ė através da juventude estudantil. Num programa já com 11 anos de um MBA Agro França e Brasil, jovens de 8 países foram recebidos na Embrapa Meio Ambiente, em Jaguariúna, interior de São Paulo, e pesquisadores apresentaram avanços em microbioma, bioinsumos e controle biológico.
Os Estados Unidos, na administração Trump, coloca o mundo sob tensão e ataques que voltam como “boomerang“ para o seu próprio país. Os fertilizantes, que significam a base de todo custo das lavouras chegando às gôndolas dos supermercados, explodiram de preços no mundo inteiro e lógico nos Estados Unidos também, apesar de terem muito menor dependência externa comparada ao Brasil. A safra americana tem início agora, e a Associação Nacional dos Produtores de Trigo – NAWG se manifestou para Washington com a seguinte nota: “a carga financeira atual ė insuportável aos produtores rurais”.