Treze setores, 13 entidades representativas, bons exemplos que nos inspiram para uma sinfonia agro brasileira , se tocarmos juntos: uma maestria. Vamos dar uma passada pelas entidades que reúnem esse alfabeto do A do abacate ao Z do zebu e tirar conclusões sobre 2025 e expectativas futuras
Tivemos em 2025 setores crescentes, mas dois setores que terminam o ano de maneira muito sofrida: o arroz, que chegou a ser o assunto durante as enchentes do Rio Grande do Sul, se transformou em um produto com os preços inferiores ao custo dos agricultores. E o leite que é uma atividade que envolve mais de um milhão de propriedades no Brasil, fundamentalmente pequenas, muitas delas para o consumo próprio, mas com certeza cerca de 700 mil propriedades conectadas ao mercado do leite e o leite termina o ano com um custo por litro produzido no campo de R$ 2,30 e o preço obtido pelos produtores de R$ 2,08.
Vamos a Retrospectiva de 2025 e as visões para 2026. O ano de 2025 começou de maneira incerta. Aspectos duvidosos sobre o ambiente climático, sobre as relações conflituosas do mercado e comércio internacional, dúvidas com relação aos preços das commodities, custos dos insumos, enfim, uma série de incertezas na virada de 2024 para 2025.
Agricultores da Europa são usados para fins eleitoreiros na busca por votos como massa manipulada por facções políticas de extremas, numa autêntica estratégia de “vitimização”, o que é milenarmente comum por todos os “tiranos extremistas”, e agora adotado por “populistas”. Porém é um erro daqueles dignos do livro “A marcha da insensatez”, de Bárbara Tuchman.