O conceito de agronegócio surgiu numa visão do Dr. Ray Goldberg, em Harvard/USA, como síntese da soma total dos fatores do antes, dentro e pós-porteira das fazendas, nos anos 50. Agricultura reúne fatores da história humana na terra que estão além do comércio e dos negócios em si. Significa a possibilidade da vida produzindo alimentos nos primórdios para a própria sobrevivência, depois com as barganhas nas feiras medievais, e hoje numa mistura de comércio, agroindustrialização, marketing, porém sua essência segue e continua sendo “segurança e soberania” de um povo, de uma nação.
Estou em um encontro da Faesp – Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo com um grupo extraordinário, que tem tudo a ver com o Agroconsciente que é um movimento mundial de jovens, principalmente de estudantes das faculdades do planeta, chamado Nuffield e nesse encontro eles estarão reunidos para falar das evoluções e como é importante a união da visão agrícola planetária. Muito mais que uns contra os outros, inimigos uns dos outros, aqueles agricultores contra nós, a importância da visão estratégica reunida desse mundo do alimento, da energia, da sustentabilidade.
The world's largest Agriculture sector, with the highest level of support and subsidies – the American one – is crying “Help!” to President Trump. A formal letter from the American Soybean Association (ASA), the biggest competitor of Brazil, includes a tone of plead on its text: “Mr. President, you've strongly supported farmers, and farmers have strongly supported you. We need your help."
Entrevistei Paulo Bertolini, presidente da Abramilho – Associação Brasileira do Milho, que esteve na China e no Japão e fala do imenso potencial para o milho e o sorgo brasileiro nesses mercados, principalmente pela insegurança dos tarifaços norte-americanos. Hoje temos a preferência total da China e do Japão!
A maior agricultura do mundo, com o maior nível de suporte e subsídios, a norte-americana, está pedindo “Help” ao presidente dos Estados Unidos. Uma carta formal da entidade dos sojicultores American Soybean Association (ASA), o maior concorrente do Brasil tem em parte do seu texto um tom de súplica: “senhor presidente, o senhor tem apoiado fortemente os agricultores e os agricultores tem apoiado fortemente o senhor. Precisamos da sua ajuda. Nesse pedido a ASA afirma: “os produtores de soja estão sob extrema pressão financeira. Os preços continuam caindo e, ao mesmo tempo, nossos agricultores estão pagando significativamente mais por insumos e equipamentos”. O presidente da entidade norte-americana, Caleb Ragland, continua: “os produtores de soja dos EUA não podem sobreviver a uma disputa comercial prolongada com nosso maior cliente”. Os norte-americanos falam de um “precipício comercial e financeiro”.