Mudar sempre foi dolorido. Imagino nossos antepassados saindo de suas casas como imigrantes para um desconhecido tropical. O Brasil é feito de quase todos os povos do planeta. Aqui nos adaptamos e criamos uma sociedade “considerada improvável” tropical. E agora já estamos e vivemos uma jornada inexorável para um planeta que será governado obrigatoriamente por uma lógica da governança sustentável.
O escritor, cronista, radialista Sérgio Porto tinha um pseudônimo: Stanislaw Ponte Preta. Falecido em setembro de 1968, seu último livro foi batizado de FEBEAPÁ – Festival de besteiras que assola o país, onde publicou uma série de legítimas “besteiras” que eram proferidas por autoridades da época.
Faesp (Federation of Agriculture and Livestock of the State of São Paulo) and Brazilian agribusiness federations are asking that the presidential veto of R$ 4 billion demanded by the sector for the rural insurance budget be reversed.
Roma, Bruxelas e Paris recebem o deputado Pedro Lupion, presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e a senadora Tereza Cristina, liderando comitiva brasileira pró-imagem agro nacional na Europa. Apresentar a sustentabilidade do agro brasileiro para as lideranças europeias é a missão ocorrendo agora de 26 a 31 de janeiro.
Sem dúvida a agricultura e a pecuária brasileira moderna têm salvo a economia brasileira. O saldo da balança comercial no ano deverá atingir US$ 126 bilhões. Quer dizer, sem a agricultura e a pecuária como a fazemos nos últimos 50 anos estaríamos na mesma condição de subsistência e subdesenvolvimento da maioria de todos os países dentro da faixa tropical do planeta, o cinturão tropical.