A revista The Economist publicou na semana passada (26) uma matéria afirmando: “com o petróleo em alta e uma crise energética global em curso devido a guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã, o Brasil conta com uma vantagem estratégica: os biocombustíveis”. A revista britânica enfatiza que “o Brasil tem uma arma secreta contra choques de petróleo e os biocombustíveis vão ajudar o país a enfrentar efeitos do conflito no Oriente Médio”.
Falo do Norte de Goiás, Porangatu, Arauçu, uma região pioneira na Expopec que é uma exposição de tecnologias para esta fronteira nova com muito ainda a ser desbravado. Está fundamentalmente em cima da pecuária e a região aqui do Estado de Goiás que está com o maior número de recuperação judicial.
The theme now is instability, insecurity, and uncertainty. I spoke to a Brazilian specialist, Ms. Roberta Paffaro, who's extensive experience in the United States and served for many years as the representative in Brazil at the Chicago Board of Trade.
Amazônia, Amazonas, essa é a marca, esse é nome hoje de maior impacto quando falamos de Brasil. Este nome, esta marca, Amazônia significa a grande porta de entrada ou de abertura de aspectos importantíssimos a serem resolvidos. Um deles é a compreensão entre Amazônia Legal, que é maior do que o estado do Amazonas, compreende estados ali próximos dentro dessa configuração que, inclusive, existem biomas diferentes, o próprio Cerrado ali presente também. Então uma distinção entre Amazônia Legal e o bioma amazônico.
No Estadão (23/3 B3), Luis Carlos Trabuco Cappi, presidente do Conselho de Administração do Bradesco, escreve um ótimo raciocínio nos relembrando da gravíssima crise do petróleo dos anos 70 que simplesmente acabou com a época do chamado “milagre econômico“. O Brasil importava 80% do petróleo além da dependência externa dos fertilizantes. Criamos o Proálcool e a Petrobras progrediu transformando o país em exportador de petróleo apesar da dependência dos derivados.