Contrary to the perception that Mercosur is an environmental and political mistake that will destroy European agriculture, there is an even worse notion: hearing statements like "I don't want my children eating meat from Brazil." This is a mistaken, extremely radical perception, entirely contrary to the real purpose of the EU-Mercosur agreement, which will bring benefits for all.
O Brasil tem uma exportação na casa de US$ 3 bilhões em vendas para o Irã, que hoje é o principal destino do milho brasileiro. Oriente Médio é um importantíssimo mercado para o Brasil e o Irã está na 5ª posição atrás dos Emirados Árabes Unidos, Egito,Turquia e Arábia Saudita. Milho e soja mais de 87% e fazemos importações não grandes do Irã, mas fundamentalmente de fertilizantes, lembrando a dependência quase que total ainda deste insumo de importações.
Tenho recebido de ex-alunos do MBA em agribusiness da França, onde dou aulas há 10 anos manifestações expressas desta forma: “Mercosul é ambientalmente e politicamente um erro que irá exterminar a economia agrícola europeia”. “Eu não quero minhas crianças forçadas a comer carne do Brasil que não seguem padrões de sustentabilidade, bem-estar animal e qualidade do solo”.
Aliás a União Europeia inteira agora quer o acordo com o Mercosul por motivos óbvios (évident, obviamente, évidemment). Há 10 anos coordeno um MBA em agronegócio internacional com aulas em Nantes e Paris, e presença constante no Salon du Agriculture.
Analyzing the importing beef quota, determined by China over various countries before January 3rd, in light of Trump's attack on Venezuela, is one thing. It's another to understand it as simply tariff exercise in the Chinese market, where per capita beef consumption is less than 5 kg per capta/year, compared to Brazil’s market, of 25 kg per capita/year, for instance. Certainly, Brazil, a strategic supplier with the potential to meet an obviously growing demand in the coming years, would find negotiation formulas to address the issue.