Entrevistei o ex-ministro Roberto Rodrigues, hoje professor emérito da FGV, a respeito do futuro do agro brasileiro. Suas visões dos desafios de insegurança alimentar, transição energética, transformação ambiental e desigualdade social e perguntei a ele como o Brasil pode superar esses desafios por meio do sistema do agronegócio do futuro.
O plano foi lançado pelo ministro Fernando Haddad, da Economia, e conta com suporte da ministra Marina Silva, do Meio Ambiente, Carlos Fávaro, do Ministério da Agricultura (MAPA), Paulo Teixeira do Desenvolvimento Agrário e do vice-presidente e ministro da Indústria e Comércio Geraldo Alckmin.
Feijão sobe 80% desde agosto de 2023 e o plantio caiu cerca de 19%. Diminuiu a área plantada comparado aos últimos 5 anos enquanto a saca do feijão carioca chegou a 70 dólares esta semana, um crescimento de 80%.
Os gênios do mundo não são muitos. São poucos. Aprender com eles, na capacidade que eles têm de antever as forças inexoráveis da evolução, é a grande e maior lição que todos poderiam aprender.
Nos anos 70 a soja não passava de “comida alternativa de hippies”. Um suíno era um “porco piau”, frango coisa do galinheiro no quintal. Etanol um sonho distante no Pró-álcool. Milho uma lavoura de pobres com baixíssima tecnologia. Plantio direto considerado coisa do “alemão louco Bartz e do Frank”. As cooperativas ninguém as imaginaria como, um dia, virem a ser o maior sistema econômico financeiro de inclusão social no país.