Ao encerrar os trâmites no Senado neste final de ano, o setor agropecuário não aderiu ao projeto, sob uma correta alegação da “inexistência de métricas científicas confiáveis para mensurar essas emissões”. Mas pergunto, o agronegócio estará fora desse mercado de carbono? Mesmo? Claro que não.
Existe o seguro rural, mas o que não obtivemos foi a suplementação que foi pedida pelo Ministério da Agricultura na casa de R$ 2 bilhões e com R$ 1 bilhão é pouco, é insuficiente para uma atividade que todos compreendem bem, a céu aberto, problemas de pragas, de doenças, ou seja, uma atividade que precisa de seguro rural.
O CNPE – Conselho Nacional de Política Energética decidiu nesta semana aumentar a mistura do biodiesel para 14% em março de 2024 no diesel fóssil. Hoje adicionamos 12%. Um grupo de trabalho foi constituído e até suas conclusões está suspensa a importação de biodiesel do exterior.
Dra. Adriana Bandeira de Mello, diretora de Tributos da Anefac – Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade, analisa pontos positivos para o agro na reforma aprovada e levanta alertas importantes para o setor!
Retenciones, impostos, para todo agro. Taxa universal de 15% sobre toda exportação e na soja mantidos os 33%. Essa decisão desagradou profundamente as lideranças agro da Argentina que afirmaram: “tínhamos expectativas e agora é incerteza”, disse Carlos Achetoni chefe da Federação Agrária Argentina.