O setor do agronegócio está dividido, polarizado, uma parte com medo apocalíptico do novo governo, outra parte seguindo adiante, enquanto movimentos sociais já buscam protagonismos nas suas teses de olho nas movimentações dos sem terra, por exemplo, associando a palavra agronegócio com exploração ambiental e humana e se esquecendo que qualquer assentamento produtivo precisa da gestão desse conceito agronegócio além da filosofia cooperativista para obter sucesso para muitos e não para alguns.
Entrevistei Blairo Maggi para o Agroconsciente do Jornal Eldorado/Estadão. Um dos 10 maiores grupos produtores de alimentos do mundo hoje, mas como ele registra: “no início com meu pai e minha mãe, 65 anos atrás, éramos sem teto e sem terra e viemos de São Miguel do Iguaçu, no Paraná, e hoje estamos no Mato Grosso e no mundo”.
Eu estou aqui na Cooperativa Primato, com o seu presidente Anderson Sabadin, realizando um fato histórico fundamental para esse novo agro do ponto de vista da bioenergia, da agroenergia, e do mundo do biogás, que vai movimentar a proteína animal e que vai também ser fundamental para a saúde ambiental.
Estou hoje aqui com o cacique Roberto, da Aldeia Porto Lindo, aqui em Japorã, Mato Grosso do Sul, conversando sobre a evolução que tem de ocorrer no assunto indígena e o cacique tem uma visão muito importante que eu queria que ele compartilhasse com todos nós!
Hoje é um dia muito especial para o nosso Agroconsciente porque vamos celebrar, conjuntamente com a Embrapa Meio Ambiente, 40 anos de atividade. Eu quero parabenizar os pesquisadores, gente que iniciou esse movimento de estudos do meio ambiente há 40 anos e que hoje isso faz parte de uma alavanca fundamental para todas as atividades que nós passamos a chamar, aqui na Eldorado, de agroconsciência ou agroconsciente.