Plano de governo sem meta de PIB e a parte do agro dentro dele não é plano, é esboço. O PIB do planeta Terra deve atingir a casa dos US$ 100 trilhões. O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro fica girando em torno de US$ 1,8 trilhão a US$ 2 trilhões.
Está na hora da integração das Américas pelas oportunidades existentes e combate a fome e a pobreza. Acompanhei a reunião do CEAL – Conselho Empresarial América Latina, com representantes dos países latino-americanos. Há uma desilusão com governos e uma conclusão de que governos não farão planos de longo prazo.
Na semana passada acompanhei Alysson Paolinelli a Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, onde se desenvolve uma agropecuária com as mesmas características dos biomas brasileiros, Cerrado, Pantanal e Amazônico. Um evento extraordinário da Totalpec.
Estudos do Cepagri/Unicamp e Embrapa no trabalho: “aquecimento global e a nova geografia de produção agrícola no Brasil” estão se materializando. O pesquisador Eduardo Assad registrou no Jornal da Unicamp o seguinte: “infelizmente ainda existem os que acham que somos uma ilha de agroprosperidade em um mundo de invejosos, cresceu muito o negacionismo climático nos últimos 4 anos”.
Uma transformação revolucionária reunindo nano informações que consegue saber que a velocidade da rotação do planeta terra diminuiu em milésimos de segundo, onde pesquisadores geneticistas descobrem genes já existentes nas plantas que as permitem crescer mais de 50% a produtividade na mesmíssima área, e onde o negacionismo da mudança climática do planeta tendo como efeitos também a causa humana não pode mais ser contestada, exatamente neste cenário temos a oportunidade de todos os séculos para o Brasil.